Vida

Abertura à vida e adoção são tratadas na Semana Nacional da Vida

por Pastoral Familiar, 4 de outubro de 2022, 0 Comentários(s)

Dados do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento, do Conselho Nacional de Justiça, mostram que o Brasil tem cerca de 34 mil crianças em abrigos e instituições de acolhimento. Para mobilizar as famílias sobre o tema, a Comissão Nacional da Pastoral Familiar trouxe a discussão para a Semana Nacional da Vida, que vai até o próximo dia 7 de outubro.

Na Exortação Apostólica Amoris Laetitia, o Papa Francisco afirma que a escolha da adoção e do acolhimento expressa uma fecundidade particular da experiência conjugal, “para além dos casos em que é dolorosamente marcada pela esterilidade”.

“Diante daquelas situações em que o filho é desejado a todo o custo, como direito da própria realização, a adoção e o acolhimento, retamente compreendidos, indicam um aspecto importante da paternidade e da filiação ajudando a reconhecer que os filhos, quer naturais, quer adotivos ou acolhidos, são diferentes de nós e é preciso acolhê-los, amá-los, cuidá-los e não apenas trazê-los ao mundo” (AL, n. 180).

Experiência

O testemunho presente no encontro da Semana Nacional da Vida é do casal Enrico e Francesca, casados há 28 anos. Depois de sofre abortos e cirurgias uterinas, os médicos disseram que a esposa era estéril. Foi aí que adotaram o primeiro filho, Emanuel. “Passados alguns meses após a adoção, engravidamos e nasceu o Josué, depois a Miriam, a Benedetta, o Israel, o Simon Pietro e a Natanaele”, contaram.

Apoio

Para quem deseja se aprofundar mais no assunto, pode ter apoio de um casal de agentes da Pastoral Familiar no Rio de Janeiro. Sávio e Bárbara Bittencourt têm cinco filhos – duas delas adotadas -, e dão suporte a famílias que querem adotar por meio da Associação Civil Quintal de Ana (www.quintaldeana.org.br), que há 20 anos trabalha com a preparação de pretendentes à adoção, o apoio e orientação de famílias adotivas, apadrinhamento afetivo e a busca ativa para crianças e adolescentes sem família.

Além disso, Sávio Bittencourt escreveu o livro Guia do Pai Adotivo – que traz orientações e peculiaridades sobre a prática, os preconceitos, as conquistas e descobertas – com o objetivo de facilitar a vivência dos pais por adoção. O primeiro capítulo é dedicado a São José.

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