1º CONCURSO BOAS PRÁTICAS EM FAMÍLIA

ESTIMULAR | RECONHECER | PREMIAR

A Comissão Nacional da Pastoral Familiar realiza o Concurso de boas práticas em Família, nesta primeira edição com o tema “O uso das mídias digitais“.

O objetivo é estimular, reconhecer e premiar iniciativas desenvolvidas pelas famílias em todo o país, que promovam a educação dos filhos através do uso moderado e consciente das redes sociais, bem como a ampliação de espaços e canais de evangelização pelo uso das mídias digitais e maneiras de exercitar a solidariedade no ambiente digital.

Igreja que escuta e aprende com as famílias

A sinodalidade, que é o modo de ser da Igreja para o caminhar juntos, é um chamado profético para uma Igreja que escuta, o Corpo de Cristo atendendo generosa e compassivamente às necessidades de cada uma de suas partes. Dentro do contexto de encontro, “sinodalidade” é um chamado para a Igreja hierárquica e a Igreja doméstica a aprenderem uns com os outros e encontrarem maneiras de ajudar cada manifestação distinta de “Igreja” a cumprir sua missão em Cristo.

Para cumprir essa missão, que é corresponder ao chamado à santidade também feito às famílias, nas suas realidades, queremos encontrar e partilhar maneiras práticas de exercer o papel de efetivas Igrejas domésticas. Nesta primeira edição do concurso, faremos esse exercício a partir dos ambientes digitais.

“Queremos encontrar e partilhar maneiras práticas de exercer o papel de efetivas Igrejas domésticas”

Pastoral Familiar

CATEGORIAS

  • Desenvolvimento de critérios de moderação e conscientização no uso das redes;

  • Promoção da evangelização na família e educação na fé dos filhos, com o uso das mídias sociais;

  • Ações solidárias desenvolvidas, sobretudo durante a pandemia, e despertada através das mídias sociais.

O PRÊMIO

Os vencedores receberão uma premiação de 1,5 mil reais para serem investidos em uma instituição católica. Também será ofertado um certificado da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e um kit da Secretaria Executiva Nacional da Pastoral (Secren).

R$ 1.500 – para investir numa instituição católica

Certificado emitido pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB

Kit da Secretaria Executiva Nacional (Secren) da Pastoral Familiar

REGULAMENTO

REGULAMENTO DO CONCURSO DE BOAS PRÁTICAS EM FAMÍLIA

CAPÍTULO I

DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º – O Concurso de Boas Práticas no uso das mídias digitais será regido pelo presente Regulamento.
Parágrafo único. A organização do Concurso compete à Comissão Nacional da Pastoral Familiar através da equipe do Setor Pré-Matrimonial.

Art. 2° – O Concurso tem por objetivo estimular, reconhecer e premiar iniciativas desenvolvidas pelas famílias em todo o país que promovam a educação dos filhos através do uso moderado das redes sociais, bem como a ampliação de espaços e canais de evangelização pelo uso das mídias.

Do Período
Art. 3° – O Concurso de boas práticas no uso das mídias digitais em família terá início em 27 de agosto 2022 e se encerrará em 15 de novembro 2022, por ocasião da divulgação das iniciativas apresentadas neste concurso e a consequente premiação no CONGRESSO NACIONAL DA PASTORAL FAMILIAR promovido pela CNPF, no ano de 2022, conforme cronograma apresentado no Anexo I deste Regulamento.

Das Categorias
Art. 4° – As famílias de todo o território nacional, poderão inscrever até 1 (uma) experiência em cada inscrição, podendo se inscrever quantas vezes forem necessárias para relatar cada prática individualmente nas categorias que competem:
a. Desenvolvimento de critérios de moderação e conscientização no uso das redes sociais: desenvolvimento da capacidade do uso moderado e racional com relação a tempo de exposição e conteúdo no ambiente digital. Entram nessa categoria as ações direcionadas à coordenação dos recursos e dos conteúdos, com vistas à efetiva conscientização de todos os entes familiares (pais, filhos, avós…), como por exemplo, aplicativos reguladores de tempo de exposição, ações práticas como restrição do uso em determinados momentos de convivência familiar: refeições, finais de semana etc.
b. Promoção da evangelização na família e educação na fé dos filhos, com o uso das mídias sociais: utilização de recursos digitais (plataformas, aplicativos, equipamentos) para o acesso a conteúdos relacionados à ação evangelizadora própria do ambiente familiar, enquanto Igreja doméstica ou que atendam ao mandato missionário de evangelização familiar. Atendem a essa categoria as ações como acesso à Palavra de Deus diária com devida reflexão orientada, oração em grupos etc. Bem como, boas práticas no âmbito da educação na fé, com o apoio de recursos digitais que venham colaborar na missão da inserção de práticas regulares junto aos filhos, como leituras de histórias que descrevem a vida de santos, aplicativos animados de conteúdo bíblico, jogos interativos de conteúdo cristão.
c. Ações solidárias despertadas na pandemia, através da Mídias sociais: utilização de recursos digitais (plataformas, aplicativos, equipamentos), a fim de despertar a solidariedade de maneira pessoal ou comunitária, divulgando necessidades específicas, assim como formas de atuação para atendê-las.

Art. 5° – Para os fins deste Regulamento considera-se:
I – Participação: participação de famílias na formulação, avaliação e divulgação de boas práticas no quesito apresentado;
II – Inovação: ação de famílias que provocam mudanças individuais ou coletivas, por meio da quebra de rotinas e de meios dominantes de pensamento, introduzindo novos comportamentos e formando consciência sobre o uso dos recursos digitais;
III- Tratamento de manifestações: processo ordenado que compreende o recebimento, a análise e divulgação das ações a fim de contribuir para a disseminação de boas práticas.

Da Participação
Art. 6° – Poderão concorrer práticas apresentadas por famílias, em todo o território nacional.

Art. 7° – A organização do Concurso, a avaliação e o julgamento das boas práticas inscritas serão levadas a cabo pela Comissão de Julgamento do Concurso de boas práticas no uso das mídias digitais em famílias.
§1º A Comissão será composta por 5 (cinco) membros. Sugestão: casal moderador do tema, casal coordenador Pastoral Familiar, Assessor Nacional da Catequese, Assessor Nacional da Juventude, representante CNBB que seja responsável pelos recursos digitais.
§ 2º Todos os membros devem ter conhecimento acerca do tema da categoria que pretendem avaliar no Concurso de boas práticas e cuja designação será realizada pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar
§ 3º A Comissão Nacional da Pastoral Familiar publicará os atos relativos ao Concurso.

Da Premiação
Art. 8º – Serão premiadas as 3 (três) melhores práticas, uma de cada categoria, cumpridos os requisitos estabelecidos no art. 10 deste Regulamento.
§1° O prêmio consistirá na entrega às famílias vencedoras de certificado expedido pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar e o valor de R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) por categoria que deverá ser revertido em doação à instituição/projeto, a ser indicado no ato da inscrição.
§2° A divulgação do resultado do Concurso e sua devida premiação se darão em live dia 10 de dezembro de 2022, através das mídias da Comissão Nacional da Pastoral Familiar.

Das Inscrições
Art. 9º – O preenchimento de cada inscrição será realizado através de formulário próprio, gerado através de link divulgado para devida participação.
§1° Cada Ficha de Inscrição corresponderá à inscrição de uma prática.
§2º As inscrições no Concurso são gratuitas.

Das Etapas do Concurso
Art. 10 – O Concurso será realizado em 4 (quatro) etapas:
I – Inscrição: A ser lançada oficialmente no XVI Congresso Nacional da Pastoral Familiar. Será divulgado o Regulamento no portal VIDA E FAMÍLIA, bem como, o link de acesso ao formulário de inscrição e em outros veículos de comunicação, serão recebidas digitalmente as inscrições dos interessados, através de formulários gerados pelo Google Forms;
II – Avaliação e julgamento:
a) a Coordenação do Concurso avaliará a adequação das inscrições às disposições deste Regulamento, cabendo a desclassificação em caso de não observância;
b) a Comissão Julgadora atribuirá notas às práticas inscritas, considerando-se finalistas as três práticas que alcançarem melhor pontuação, uma por categoria.
c) a Comissão Julgadora poderá se reunir telepresencialmente para deliberar acerca da classificação final das práticas (por categoria), por meio de voto – com parecer das práticas finalistas;
d) a Coordenação do Concurso consolidará os votos e proclamará o seu resultado;
III – Publicação do resultado: a publicação ocorrerá através de uma live promovida pela CNPF. Da mesma forma, o resultado constará no Portal VIDA E FAMÍLIA e ocorrerá em data especificada no cronograma constante no Anexo I deste Regulamento.
IV – Premiação: na etapa final haverá a entrega dos certificados e repasse das doações à instituição/projeto determinados no ato da inscrição, conforme §1° do art. 8º deste Regulamento.
§1° A prática apresentada será objeto de avaliação segundo critérios definidos neste Regulamento, cujo resultado constará do parecer Anexo aos votos da Comissão Julgadora.
§2º Por ocasião do julgamento, em caráter conclusivo, será realizada reunião virtual com todos os membros da Comissão de Julgamento do Concurso de boas práticas no uso das mídias digitais em família, para que à luz da pontuação objetiva atribuída, ocorra uma discussão e um consenso, registrado em Ata e gravação da reunião, das práticas consagradas vencedoras.
§3° Em caso de empate, a decisão caberá ao Secretário da Comissão Nacional da Pastoral Familiar

Dos Critérios de Julgamento
Art. 11 –  A Comissão Julgadora do Concurso de boas práticas no uso das mídias digitais em Família avaliará as práticas observando os seguintes critérios:
1) Criatividade e inovação: Originalidade da prática, não se detendo somente ao fato de ser inédita, mas também à capacidade inventiva para a resolução de problemas. A inventividade pode estar associada ao conteúdo em si ou à forma com que a prática foi executada.
2) Custo-benefício: Custo de implementação e baixa burocratização dos processos em relação aos benefícios decorrentes da prática.
3) Impactos da iniciativa/ contribuição para a efetividade: Capacidade da prática em gerar efeitos positivos nos relacionamentos familiares. Potencial da prática para agregar valor à missão de evangelização, garantindo, de maneira razoável, o atingimento de seus objetivos.
4) Simplicidade e Replicabilidade: Replicabilidade, praticidade, facilidade e viabilidade de implementação, permitindo o aproveitamento da experiência ou adaptação da iniciativa por outras famílias.

Da Apuração do Resultado
Art. 12 – Na fase de pré-avaliação, os membros da Comissão de Julgamento do Concurso de boas práticas atribuirão pontuação para cada critério com valor representado por um número inteiro compreendido em uma escala de 0 (zero) a 10 (dez).

Art. 13 – A pontuação final, na primeira fase, da prática inscrita será a média da soma aritmética da pontuação individual de cada critério de julgamento atribuída por cada membro da subcomissão de julgamento da respectiva categoria.

Art. 14 – Serão selecionadas as práticas com maior pontuação em cada categoria para a segunda fase da avaliação.

Art. 15 – Durante a segunda fase, poderão ser realizados contatos diretos com os inscritos em questão pelos membros da Comissão Julgadora, para coleta de mais informações sobre a prática avaliada.

Art. 16 – As práticas finalistas receberão notas conjuntas e consensuais em cada critério de julgamento dos membros da respectiva Comissão Julgadora.

Art. 17 – As práticas vencedoras serão aquelas que atingirem a maior pontuação final, constituída pela soma das notas em cada critério de julgamento, nas respectivas categorias.

Do Resultado e da Premiação
Art. 18 – O resultado do Concurso será divulgado durante live a ser realizada pela CNPF e publicado no portal VIDA E FAMÍLIA, na data de 10 de dezembro de 2022.

Do Direito de Imagem
Art. 19. A inscrição no Concurso implicará na aceitação tácita de eventual publicação, divulgação e utilização das práticas inscritas, independente de premiação, assim como a autorização do uso de imagens, textos, vozes e nomes, em qualquer meio de divulgação e promoção (interno, externo e/ou de imprensa), sem ônus ou termo de retribuição.

Art. 20 – As boas práticas inscritas estão sujeitas à divulgação e disseminação por meio de publicação no portal VIDA E FAMÍLIA.

Disposições Finais
Art. 21 – As decisões da Comissão Julgadora são soberanas e irrecorríveis.

Art. 22 – Outras informações sobre o Concurso poderão ser obtidas por meio do envio de mensagem para o endereço eletrônico secren@cnpf.org.br

Art. 23 – Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Concurso, que possui liberdade para a decisão.

CRONOGRAMA

FASE/PERÍODO | DATA

Lançamento: 27 de agosto de 2022

Inscrições: 27 de agosto a 15 de novembro de 2022

Pré-avaliação e Julgamento:  16 de novembro a 5 de dezembro de 2022

Divulgação do Resultado e Premiação: 10 de dezembro de 2022

INSCREVA-SE!

Realização: