Nesta sexta-feira (17), terceiro dia da 62ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), os bispos reunidos em Aparecida (SP) participaram, pela manhã, das análises de conjuntura social e eclesial, dois momentos de reflexão voltados à compreensão dos desafios do tempo presente e de suas implicações para a missão evangelizadora da Igreja no Brasil.
Este foi o momento para uma breve apresentação das ações da Comissão Episcopal para Vida e Família. O bispo da Diocese de Ponta Grossa (PR) e presidente da Comissão, dom Bruno Elizeu Versari, destacou as iniciativas realizadas em 2025, Ano Jubiliar, junto às famílias. O prelado também destacou os principais eventos e ações que ainda serão realizadas neste ano, como o Simpósio Nacional das Famílias, a Semana Nacional da Vida e a Semana Nacional da Família.
“Temos a missão de servir e promover a cultura da vida e do amor. Animamos e articulamos a iniciativa da igreja no Brasil com formações e subsídios para as comunidades, paróquias, dioceses e regionais”, explicou dom Bruno.
Somado a isso, os bispos participantes da Assembleia Geral receberam um folder explicativo sobre a Pastoral Familiar, para que possam implementar em suas dioceses, um catálogo de material produzido pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e um folder do Serviço a Vida.
Assembleia Geral
Órgão supremo da CNBB, a Assembleia Geral é “a expressão e a realização maior do afeto do colegial, da comunhão e da corresponsabilidade dos Bispos da Igreja no Brasil”. O Estatuto da CNBB estabelece que este órgão tem a finalidade de realizar os “objetivos da CNBB, para o bem do povo de Deus”. Nesse encontro, são tratados assuntos pastorais relacionados à missão da Igreja e aos problemas das pessoas e da sociedade, sempre na perspectiva da evangelização.
Tema
O tema central desta assembleia é a aprovação das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil. Após um processo de atualização adiado para receber as contribuições do Sínodo sobre a Sinodalidade, o texto com os acréscimos e contribuições recebidos também das dioceses, pastorais e organismos chega ao conjunto do episcopado para ser votado e aprovado.






