A Diocese de Porto Nacional (TO) acolheu, no sábado (17), um encontro dedicado à formação e à articulação da Pastoral Familiar com movimentos e serviços eclesiais. A localidade integra o Regional Norte 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A programação reuniu momentos de espiritualidade, reflexões sobre a missão pastoral e o cuidado com a saúde mental, além de trabalhos de escuta em grupos e plenária.
A jornada começou com a missa presidida por dom Pedro Brito Guimarães, administrador apostólico da Diocese de Porto Nacional. A abertura também contou com a acolhida do padre Luiz Alberto, assessor diocesano da Pastoral Familiar. Em seguida, uma reflexão sobre servir com alegria introduziu os momentos formativos do encontro.
Na sequência, o padre Rodolfo Chagas Pinho, assessor nacional da Pastoral Familiar, conduziu a reflexão “Comunhão para servir as famílias”. A formação abordou a colaboração entre a Pastoral Familiar, os movimentos, os serviços e os diferentes carismas na missão da Igreja, com atenção às necessidades concretas das famílias.
A partir da imagem bíblica da tenda, presente em Isaías 54,2, o material propôs uma ação pastoral marcada pela acolhida, pela participação e pela cooperação. A Pastoral Familiar foi apresentada como articuladora de uma rede de cuidado, capaz de aproximar os serviços existentes e favorecer o encaminhamento das famílias conforme suas necessidades.O cuidado com a saúde mental também teve espaço na programação da manhã, em uma reflexão conduzida pelo Dr. Cristiano.
Após o almoço, o padre Rodolfo retomou a formação com o tema “No caminho de Emaús”, inspirado no relato dos discípulos que encontram Jesus ressuscitado, em Lucas 24,13–35. A passagem foi apresentada como referência para a espiritualidade dos agentes e para o acompanhamento das famílias.
A etapa final foi dedicada aos trabalhos de escuta em grupos, seguidos de plenária. Os participantes compartilharam suas reflexões e discutiram caminhos possíveis para a articulação pastoral na diocese. Esse momento colocou em diálogo os temas trabalhados ao longo do dia e as possibilidades de colaboração entre a Pastoral Familiar e os movimentos. A escuta e a partilha integraram a busca por uma ação conjunta que favoreça a proximidade com as famílias e a continuidade do acompanhamento pastoral.

















