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A imagem de nossos pais influencia na escolha do parceiro

16/12/2020
em Família, Pré-matrimonial
Tempo de leitura: 9 mins leitura
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A imagem de nossos pais influencia na escolha do parceiro

Quando estamos apaixonados, a razão se nubla, acreditamos que a pessoa que escolhemos é perfeita, cheia de virtudes e fortalezas, posto que conquistou nosso coração. Mas, com o passar dos anos e de convivência, pouco a pouco vamos encontrando esses defeitos que não havíamos visto à primeira instância.

Mais cedo ou mais tarde, depois de um tempo de relacionamento, certos aspectos do comportamento do parceiro são identificados e nos parecem muito familiares e conhecidos; é como se em alguns momentos, dentro da relação matrimonial estivessem nossos pais.

Quando o seu parceiro lhe diz alguma coisa que os seus pais disseram, ou quando ele tem uma maneira similar de agir ou comportar-se, muito parecida com a do seu pai ou mãe, isso não é coincidência, mas porque, normalmente, todos nós selecionamos um parceiro seguindo padrões e crenças que temos enraizadas desde a infância, ou seja, nós as escolhemos porque as idealizamos.

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Então, se você teve uma boa relação com seus pais ou não, é provável que seu parceiro tenha algumas características que eles têm, uma vez que as pessoas tendem a procurar, inconscientemente, um parceiro que se pareça com os pais.

Mas isso é ruim?

Rocío Hernández, diretora do As Buena Vida, disse que a imagem dos pais é determinante na escolha do par, pois ao escolhê-lo vamos procurando alguém compatível com nossas crenças e verdade que aprendemos durante a infância, seja boa ou má.Advertisement

Por esta razão, devemos estar atentos e nos concentrar nas coisas positivas que aprendemos durante a infância, para que na vida adulta e no matrimônio evitemos sofrer ao lado de uma pessoa que tem os mesmos defeitos que nossos pais. Mas se estiver na fase em que já escolheu, então deverá concentrar-se nas virtudes do seu parceiro e deixar de se preocupar em mudá-lo, já que seria um esforço inútil.

De que forma influencia?

A educação que se recebe durante a infância é a base sólida que nos ajuda a escolher um parceiro; no entanto, se teve uma infância cheia de amor ou não, isso não será motivo suficiente para responsabilizar os pais quando nos equivocamos ao selecionar um companheiro, já que somos todos diferentes. Quero dizer com isso que por mais que seu parceiro tenha alguns aspectos similares aos de seus pais, ele ou ela é único(a) e tem sua própria essência.

Agora, todos procuramos um parceiro que seja o nosso complemento, que nos ajude de certa forma a satisfazer nossas necessidades e que nos impulsione a alcançar nossos sonhos. Então, se você viveu com pais amorosos, buscará um par que possa lhe trazer uma imitação da relação amorosa que seus pais tiveram; mas se experimentou na infância uma relação ruim com seus pais, por lógica vai tentar escolher um parceiro que seja o oposto deles.

Seja a experiência boa ou ruim durante sua infância, as mulheres geralmente tentam escolher um parceiro com alguns traços ou características comuns, como:

1 Que tenha uma vivência familiar

Em ambas as situações acima mencionadas, as mulheres focam-se em encontrar um homem que tenha uma vida familiar de união. Ou seja, que ele mantenha uma boa relação com seus pais, irmãos e entes queridos, já que isso pode nos garantir que, para ele a família, é uma das coisas mais importantes.Advertisement

2 Que seja trabalhador

Se em sua infância seus pais trabalhavam e se esforçavam ao máximo para atender suas necessidades, ou acontecia o contrário, em qualquer das duas situações as mulheres geralmente buscarão homens que sejam capazes de tomar boas decisões, independentes, responsáveis e trabalhadores. Porque esses aspectos garantem segurança e proteção, características que muitas pessoas desejam obter do seu parceiro.

3 Que saiba tratar com respeito

Se você teve uma infância cheia de amor e pôde observar como seu pai tratava sua mãe com aquele amor e doçura inigualável, então é certo que procurará alguém que se comporte de uma maneira similar.

Caso contrário, se não experimentou esse amor e respeito entre os seus pais, provavelmente também procurará um homem que saiba tratar bem uma mulher. No entanto, às vezes, inconscientemente, você encontra o oposto, justamente pelas impressões negativas da sua infância.

4 Que tenha valores

Se seus pais sempre se esforçaram para ensinar-lhe valores morais como a humildade, o respeito e o amor, então buscará um parceiro que tenha esses valores fundamentais que tornam as pessoas confiáveis. Por essa razão, seu casamento e relacionamento terão honestidade, lealdade e fidelidade.

Mas, em caso contrário, se o seu parceiro não tem valores, então é provável que o comportamento dele com você seja egoísta e até narcisista. Por conseguinte, ao escolhermos um parceiro, temos de evitar completamente uma pessoa assim, pois só é garantido sofrimento ao seu lado.Advertisement

5 Que tenha um equilíbrio emocional

Se o equilíbrio emocional de seus pais era questionável, é lógico que, ao escolher um parceiro, você se foque em observar suas reações e atitudes perante diferentes situações e contextos, já que todos nós precisamos estar com uma pessoa emocionalmente estável.

Quando estamos apaixonados, a razão se nubla, acreditamos que a pessoa que escolhemos é perfeita, cheia de virtudes e fortalezas, posto que conquistou nosso coração. Mas, com o passar dos anos e de convivência, pouco a pouco vamos encontrando esses defeitos que não havíamos visto à primeira instância.

Mais cedo ou mais tarde, depois de um tempo de relacionamento, certos aspectos do comportamento do parceiro são identificados e nos parecem muito familiares e conhecidos; é como se em alguns momentos, dentro da relação matrimonial estivessem nossos pais.

Quando o seu parceiro lhe diz alguma coisa que os seus pais disseram, ou quando ele tem uma maneira similar de agir ou comportar-se, muito parecida com a do seu pai ou mãe, isso não é coincidência, mas porque, normalmente, todos nós selecionamos um parceiro seguindo padrões e crenças que temos enraizadas desde a infância, ou seja, nós as escolhemos porque as idealizamos.

Então, se você teve uma boa relação com seus pais ou não, é provável que seu parceiro tenha algumas características que eles têm, uma vez que as pessoas tendem a procurar, inconscientemente, um parceiro que se pareça com os pais.

Mas isso é ruim?

Rocío Hernández, diretora do As Buena Vida, disse que a imagem dos pais é determinante na escolha do par, pois ao escolhê-lo vamos procurando alguém compatível com nossas crenças e verdade que aprendemos durante a infância, seja boa ou má.Advertisement

Por esta razão, devemos estar atentos e nos concentrar nas coisas positivas que aprendemos durante a infância, para que na vida adulta e no matrimônio evitemos sofrer ao lado de uma pessoa que tem os mesmos defeitos que nossos pais. Mas se estiver na fase em que já escolheu, então deverá concentrar-se nas virtudes do seu parceiro e deixar de se preocupar em mudá-lo, já que seria um esforço inútil.

De que forma influencia?

A educação que se recebe durante a infância é a base sólida que nos ajuda a escolher um parceiro; no entanto, se teve uma infância cheia de amor ou não, isso não será motivo suficiente para responsabilizar os pais quando nos equivocamos ao selecionar um companheiro, já que somos todos diferentes. Quero dizer com isso que por mais que seu parceiro tenha alguns aspectos similares aos de seus pais, ele ou ela é único(a) e tem sua própria essência.

Agora, todos procuramos um parceiro que seja o nosso complemento, que nos ajude de certa forma a satisfazer nossas necessidades e que nos impulsione a alcançar nossos sonhos. Então, se você viveu com pais amorosos, buscará um par que possa lhe trazer uma imitação da relação amorosa que seus pais tiveram; mas se experimentou na infância uma relação ruim com seus pais, por lógica vai tentar escolher um parceiro que seja o oposto deles.

Seja a experiência boa ou ruim durante sua infância, as mulheres geralmente tentam escolher um parceiro com alguns traços ou características comuns, como:

1 Que tenha uma vivência familiar

Em ambas as situações acima mencionadas, as mulheres focam-se em encontrar um homem que tenha uma vida familiar de união. Ou seja, que ele mantenha uma boa relação com seus pais, irmãos e entes queridos, já que isso pode nos garantir que, para ele a família, é uma das coisas mais importantes.Advertisement

2 Que seja trabalhador

Se em sua infância seus pais trabalhavam e se esforçavam ao máximo para atender suas necessidades, ou acontecia o contrário, em qualquer das duas situações as mulheres geralmente buscarão homens que sejam capazes de tomar boas decisões, independentes, responsáveis e trabalhadores. Porque esses aspectos garantem segurança e proteção, características que muitas pessoas desejam obter do seu parceiro.

3 Que saiba tratar com respeito

Se você teve uma infância cheia de amor e pôde observar como seu pai tratava sua mãe com aquele amor e doçura inigualável, então é certo que procurará alguém que se comporte de uma maneira similar.

Caso contrário, se não experimentou esse amor e respeito entre os seus pais, provavelmente também procurará um homem que saiba tratar bem uma mulher. No entanto, às vezes, inconscientemente, você encontra o oposto, justamente pelas impressões negativas da sua infância.

4 Que tenha valores

Se seus pais sempre se esforçaram para ensinar-lhe valores morais como a humildade, o respeito e o amor, então buscará um parceiro que tenha esses valores fundamentais que tornam as pessoas confiáveis. Por essa razão, seu casamento e relacionamento terão honestidade, lealdade e fidelidade.

Mas, em caso contrário, se o seu parceiro não tem valores, então é provável que o comportamento dele com você seja egoísta e até narcisista. Por conseguinte, ao escolhermos um parceiro, temos de evitar completamente uma pessoa assim, pois só é garantido sofrimento ao seu lado.Advertisement

5 Que tenha um equilíbrio emocional

Se o equilíbrio emocional de seus pais era questionável, é lógico que, ao escolher um parceiro, você se foque em observar suas reações e atitudes perante diferentes situações e contextos, já que todos nós precisamos estar com uma pessoa emocionalmente estável.

Em suma, todas as aprendizagens e a vida familiar que experimentamos durante a infância são aspectos determinantes para escolher o parceiro de vida. Sejam boas ou más suas experiências, sempre se procura imitar a boa relação dos pais ou evitar continuar com os padrões negativos que certamente destruíram por completo sua autoestima, segurança e confiança.

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O Portal Vida e Família é a página web oficial da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Neste canal, é possível acompanhar nossa atuação no serviço e na promoção da Cultura da Vida e do Amor, através do anúncio do Evangelho da Família e do Evangelho da Vida.
  • Uma reflexão sobre o documento do Dicastério para a Dountrina da Fé! Salve este post!

➡️Como recorda o documento do Dicastério para a Doutrina da Fé, a família é o primeiro e mais essencial lugar de transmissão da fé. É ali que as crianças têm suas primeiras experiências de confiança, amor e proximidade com Deus.
Por isso, a missão dos pais não se limita a ensinar sobre Jesus, mas também a conduzir os filhos a uma experiência pessoal com Ele, contando com o apoio e a caminhada da comunidade eclesial.
A fé que recebemos também é um dom que somos chamados a transmitir!
  • Neste Dia de Finados, nossa oração se volta tanto para aqueles que partiram quanto para as famílias e pessoas que enfrentam a dor da despedida.
A Pastoral Familiar conta com os Grupos de Perdas e Viuvez, que prestam um importante serviço de acolhimento, escuta e partilha com pessoas enlutadas.
Também recomendamos o livro Perdas e Viuvez: Partilhando Vidas, disponível na Loja da Pastoral Familiar, como um recurso para conhecer e aprofundar essa realidade.
📖 Conheça a publicação: lojacnpf.org.br
Que nossas comunidades sejam lugares onde ninguém precise viver sua dor sozinho. Que o amor de Deus sustente cada pessoa e cada família que sente saudade.
  • Neste domingo, celebramos Todos os Santos e recordamos que é possível caminhar rumo ao céu por meio das pequenas escolhas de cada dia: amar, perdoar, acolher, servir e viver as bem-aventuranças.

Que nossa família encontre, na vida dos santos, inspiração para crescer na fé e fazer de cada gesto uma expressão do amor de Deus. 

Convidamos vocês a lerem juntos o Evangelho e escolherem uma bem-aventurança para colocar em prática durante a semana.
  • A santidade não é uma realidade distante ou reservada a poucas pessoas. É um chamado que alcança também a vida cotidiana, os relacionamentos e a convivência familiar.
Neste dia de Todos os Santos, peçamos a Deus a graça de construir lares onde o amor seja cultivado, o perdão encontre espaço e a fé seja testemunhada todos os dias.
Que os santos intercedam por nossas famílias.
  • Amar também é cuidar.
O Evangelho deste domingo nos lembra que o amor a Deus não pode ficar apenas nas palavras. Ele se torna concreto na forma como olhamos, escutamos, ajudamos e cuidamos das pessoas que fazem parte da nossa vida.
Que nossa família aprenda, todos os dias, a transformar o amor em pequenos gestos concretos.
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  • A família precisa de esperança, acolhimento e amor! 

Em um mundo que tanto precisa de Deus, a Igreja é chamada a ser presença que acolhe, fortalece e anuncia a esperança de Cristo às famílias.

Que nunca nos falte coragem para levar o amor de Deus a cada lar!

Compartilhe essa mensagem tão especial diretamente do encontro “10 anos depois de Amoris Laetitia” para nossas famílias.
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