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Leia o artigo “Moradia e Pastoral Familiar: Campanha da Fraternidade 2026”

26/01/2026
em Artigos, Família, Pós-matrimonial
Tempo de leitura: 11 mins leitura
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Leia o artigo “Moradia e Pastoral Familiar: Campanha da Fraternidade 2026”

Moradia e Pastoral Familiar: Campanha da Fraternidade 2026.

Padre Rodolfo Chagas Pinho[1]

 

  1. Introdução: moradia como lugar teológico e desafio pastoral

A Campanha da Fraternidade 2026, com o tema “Fraternidade e Moradia” e o lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14), insere a Igreja no Brasil num caminho de conversão que toca um dos direitos humanos mais elementares: o direito de ter onde morar com dignidade.

A CNBB explicita que a CF 2026 deseja “despertar a consciência sobre o direito à moradia digna como expressão concreta da fé cristã”, mostrando que refletir sobre casa, rua, favela, aluguel e periferia é também fazer teologia e pastoral.[2]

Nesse contexto, a Pastoral Familiar não pode permanecer indiferente. A vida conjugal e familiar acontece em lugares concretos: casas apertadas, apartamentos alugados, ocupações urbanas, áreas rurais, comunidades tradicionais, assentamentos, favelas. A moradia condiciona a possibilidade de diálogo, a saúde emocional das crianças, a intimidade do casal, a oração em família, a própria experiência de “Igreja doméstica”.[3]

A CF 2026 é, portanto, um chamado a reler a Pastoral Familiar a partir da moradia – ou, dito de outro modo, a reconhecer que não há pastoral da família sem atenção às condições em que as famílias vivem.

 

  1. Ver: a realidade da moradia e seu impacto nas famílias

O “ver” proposto pelas Campanhas da Fraternidade não é um levantamento neutro de dados, mas um olhar de fé sobre a realidade. O Brasil vive um quadro persistente de desigualdade habitacional. Dados da Fundação João Pinheiro indicam um déficit habitacional em torno de 5,9 a 6 milhões de domicílios, o que corresponde a cerca de 8% das moradias ocupadas no país, com forte peso do “ônus excessivo com aluguel” sobre as famílias de baixa renda.[4]

O Censo 2022 mostra que 16,39 milhões de pessoas viviam em aglomerados subnormais (favelas, palafitas e assentamentos precários), aproximadamente 8,1% da população brasileira, distribuídas em mais de 12 mil assentamentos.[5] Nesses territórios, a casa é frequentemente pequena, superlotada, com infraestrutura insuficiente, saneamento precário, risco de enchentes, deslizamentos ou violência urbana. A realidade das periferias urbanas – com sua rede de solidariedade, mas também com suas vulnerabilidades – constitui hoje um dos principais contextos em que a Pastoral Familiar é chamada a atuar.

Do ponto de vista pastoral, a moradia torna-se um indicador transversal: famílias que mudam constantemente de endereço pela pressão do aluguel ou por despejos; casais jovens que adiam o casamento por não conseguirem “começar a vida” com uma casa minimamente estável; famílias que vivem em coabitação forçada (mais de um núcleo familiar por domicílio), com impacto na privacidade, no descanso, na educação dos filhos; lares marcados por barulho constante, insegurança, falta de espaço para estudo e oração.

A CF 2026, ao colocar a moradia no centro da Quaresma, convida a enxergar nessas situações não apenas um “problema social”, mas um lugar de sofrimento do Corpo de Cristo. A ausência ou precariedade da casa fere a dignidade da pessoa, a integridade da família, o bem-estar das crianças, a possibilidade de viver a fé de modo mais sereno. É um verdadeiro “sinal dos tempos” que interroga diretamente a Pastoral Familiar.[6]

 

  1. Iluminar: “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14) e a casa como sacramento de comunhão

O lema da CF 2026 – “Ele veio morar entre nós” – remete ao coração do Evangelho: o mistério da Encarnação. O prólogo de João afirma que o Verbo “armou a sua tenda” entre nós (Jo 1,14), evocando a antiga tenda do encontro no deserto e anunciando uma nova forma de presença de Deus: não mais encerrado em um templo de pedra, mas habitando na carne humana, nas casas, nas aldeias, nas cidades, nas mesas partilhadas. A moradia humana torna-se, assim, lugar teológico.

A partir desse mistério, a CF 2026 interpreta o direito à moradia não apenas à luz da sociologia ou do direito, mas da fé: se Deus quis “morar” no meio da humanidade, toda forma de negar casa, expulsar, segregar ou tornar pessoas “sem lugar” contradiz o projeto divino. A Igreja no Brasil insiste que a reflexão sobre moradia se articula com a encarnação de Cristo que “veio morar entre nós”, especialmente entre os pobres e excluídos.[7]

Não penseis que basta para a nossa salvação trazer à Igreja um cálice de ouro e pedraria depois de ter despojado viúvas e órfãos(…) se queres honrar deveras o corpo de Cristo, não consintais que esteja nu. Não o honreis aqui com vestes de seda, enquanto fora o deixais perecer de frio e nudez. Porque o mesmo que diz ‘este é o meu corpo’, é quem disse ‘me vistes faminto e não me deste de comer’(…) aprendamos pois a pensar com discernimento e a honrar a Cristo como Ele quer ser honrado (…) o que aproveita ao Senhor que sua mesa esteja cheia de ouro, se Ele se consome de fome? E de que serve se cobres seu altar de panos recamados de ouro, se a Ele não buscas nem sequer o abrigo indispensável?[8]

 

Também o magistério recente reforça essa perspectiva. Laudato si’, ao tratar da ecologia integral, lembra que a falta de habitação digna é uma das chagas sociais mais graves, atingindo sobretudo os pobres, e que os Estados muitas vezes se mostram incapazes de controlar a especulação imobiliária e garantir cidades humanas.[9] A moradia é vista como parte da “Casa Comum”: cuidar da casa planetária implica garantir que cada família tenha um lugar onde possa viver com dignidade, segurança e esperança.

Quando falamos de exclusão, também nos deparamos com um paradoxo. A falta de terra, comida, moradia e trabalho digno coexiste com o acesso às novas tecnologias que se espalham por toda parte através dos mercados globalizados. Os celulares, as redes sociais e até mesmo a inteligência artificial estão ao alcance de milhões de pessoas, incluindo os pobres. No entanto, embora cada vez mais pessoas tenham acesso à Internet, as necessidades básicas continuam sem ser atendidas.[10]

 

Na teologia do Concílio Vaticano II, especialmente em Gaudium et spes, o ser humano é chamado a realizar-se no “dom sincero de si mesmo” (GS 24), e o matrimônio é apresentado como comunidade de vida e amor, na qual os esposos se doam mutuamente e se abrem à geração e educação dos filhos (GS 47–52).[11]

Nesse horizonte, a casa não é um detalhe exterior, mas o espaço concreto onde essa comunhão de pessoas se torna visível e se desenvolve. Sem casa, a “Igreja doméstica” fica ferida em sua base.

Assim, a Pastoral Familiar é convidada a ler a moradia como: ícone da encarnação (Deus que vem morar entre nós); condição para a comunhão familiar (intimidade, diálogo, cuidado); espaço de iniciação cristã (oração, escuta da Palavra, aprendizado da fé); lugar de missão (hospitalidade, vizinhança solidária, acolhida dos pobres).

Quando uma família consegue ter uma moradia digna, ela não recebe apenas um “bem material”; recebe um lugar onde Deus deseja habitar, onde o Evangelho pode ser encarnado no cotidiano.

  1. Agir: incidência da CF 2026 na Pastoral Familiar

A partir dessa luz bíblica e magisterial, a CF 2026 provoca uma série de deslocamentos na prática da Pastoral Familiar. Trata-se de passar de uma pastoral centrada quase exclusivamente em encontros formativos e celebrações internas para uma pastoral mais encarnada, sinodal e socialmente situada.

4.1. Pastoral Familiar como lugar de escuta das dores da moradia

Um primeiro passo é fazer da Pastoral Familiar um espaço real de escuta qualificada. É preciso perguntar, explicitamente, nos encontros com casais, nos itinerários de preparação para o matrimônio, nos grupos de famílias: Onde vocês moram? Como são as condições da casa? Há insegurança, risco, sobrecarga de aluguel? As crianças têm espaço para estudar, brincar, descansar?

Essas perguntas não são curiosidade sociológica, mas exercício de caridade pastoral. A CF 2026 convida comunidades, pastorais e grupos a refletirem sobre a moradia como direito fundamental, articulando fé e solidariedade.[12] A Pastoral Familiar pode ser um “sensor” privilegiado da realidade habitacional da paróquia, identificando famílias em situação de maior vulnerabilidade.

4.2. Integração com as Pastorais Sociais e incidência pública

A Campanha enfatiza que garantir moradia digna é compromisso humano que traz dignidade às pessoas e exige mudanças estruturais.[13] Isso implica que a Pastoral Familiar se articule com: Pastoral da Moradia, Pastoral de Favelas, Vicentinos, Cáritas e outras pastorais sociais; conselhos municipais de habitação, instâncias de controle social; movimentos e organizações que lutam, de forma legítima, pelo direito à moradia.

Famílias acompanhadas pela Pastoral Familiar podem ser encaminhadas para serviços jurídicos, programas de regularização fundiária, projetos de melhorias habitacionais, iniciativas de aluguel social ou mutirões comunitários. Ao mesmo tempo, a Pastoral Familiar pode ajudar a dar rosto concreto aos dados: por trás de “milhões de domicílios em déficit habitacional” há casais, crianças, idosos, pessoas com deficiência, famílias monoparentais que exigem atenção personalizada.

4.3. Formação e espiritualidade: moradia nos itinerários da Pastoral Familiar

A CF 2026 sugere que a moradia seja tema de catequese, círculos bíblicos, encontros de formação, inclusive para casais de noivos, recém-casados e famílias. Isso pode incluir: leitura e partilha de Jo 1,14 à luz da realidade das casas e ruas; reflexão sobre textos como Is 32,18 (“meu povo habitará em moradas de paz, em casas seguras”) e Mt 25,35 (“era estrangeiro e me acolhestes”); estudo de aspectos da Doutrina Social da Igreja sobre dignidade da pessoa, bem comum e destino universal dos bens, em relação à terra e à moradia.[14]

 

A penitencia do Tempo Quaresmal não deve ser apenas interna e individual, mas também externa e social.[15]

 

Do ponto de vista espiritual, a Pastoral Familiar pode valorizar gestos simbólicos: bênçãos das casas, celebrações em bairros periféricos, visitas missionárias a famílias em ocupações ou áreas de risco. Esses sinais reforçam a convicção de que a Igreja quer estar “onde o povo mora” – ou onde o povo ainda não consegue morar com dignidade.

  1. Pastoral Familiar sinodal: comunhão, participação e missão

A atual etapa sinodal da Igreja, marcada pelas palavras comunhão, participação e missão, ajuda a entender a Campanha da Fraternidade não como evento isolado, mas como parte de um processo mais amplo.[16]

A Pastoral Familiar é chamada a: viver a comunhão, integrando casais de diferentes realidades socioeconômicas, evitando transformar-se em espaço apenas de famílias “estabilizadas”; promover a participação, escutando famílias em situação de vulnerabilidade habitacional e incluindo-as nos processos de decisão e planejamento pastoral; assumir a missão, entendendo que defender a moradia digna, acompanhar famílias ameaçadas de despejo, apoiar políticas públicas em favor das famílias é expressão concreta da caridade política e da evangelização.[17]

Assim, a Pastoral Familiar deixa de ser vista como “setor devocional” e se afirma como lugar privilegiado de sinodalidade, onde a fé se torna serviço à vida concreta das famílias, inclusive na dimensão da moradia.

  1. Conclusão: Pastoral Familiar como casa aberta e sinal de esperança

A Campanha da Fraternidade 2026 oferece uma ocasião providencial para que a Pastoral Familiar se reconheça, mais uma vez, como pastoral de fronteira: entre Igreja e sociedade, entre casa e rua, entre liturgia e vida. Ao assumir o tema “Fraternidade e Moradia” a partir do lema “Ele veio morar entre nós”, a Pastoral Familiar é convidada a ser:

Casa aberta: que acolhe todas as famílias, especialmente as que vivem em condições habitacionais precárias, sem exigir “perfeição” como pré-requisito; Sinal profético: que denuncia estruturas injustas, especulação imobiliária, ausência de políticas públicas consistentes; e anuncia o sonho de Deus de um povo que habite em “moradas de paz”. Escola de solidariedade: onde casais e famílias aprendem a partilhar, a apoiar outras famílias, a traduzir a fé em gestos concretos de cuidado.

Ao integrar o clamor por moradia digna em sua reflexão e ação, a Pastoral Familiar se torna mais fiel ao Vaticano II e ao caminho sinodal da Igreja: uma pastoral que vê a realidade, ilumina-a com a Palavra e com o Magistério e age para que cada família tenha um lugar onde viver, crer, amar e esperar. Nesse horizonte, cada casa conquistada, cada situação de despejo evitada, cada família acompanhada é também um pequeno “advento”: sinal de que, de fato, Ele continua vindo morar entre nós.

 

 

Referências bibliográficas

CONCÍLIO VATICANO II. Constituições, decretos, declarações. 2. ed. São Paulo: Paulus, 2007.

 

CNBB. Campanha da Fraternidade 2024: Fraternidade e Amizade Social. Brasília: Edições CNBB, 2023.

 

CNBB. Campanha da Fraternidade 2026: Fraternidade e Moradia. Brasília: Edições CNBB, 2025.

 

CNBB. Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2019–2023. Brasília: Edições CNBB, 2019.

 

FRANCISCO, Papa. Laudato si’: sobre o cuidado da casa comum. São Paulo: Paulinas, 2015.

 

FRANCISCO, Papa. Fratelli tutti: sobre a fraternidade e a amizade social. São Paulo: Paulinas, 2020.

 

FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO. Déficit habitacional no Brasil – Nota técnica 2023/2024. Belo Horizonte: FJP, 2024.

 

IBGE. Censo Demográfico 2022: Aglomerados Subnormais. Rio de Janeiro: IBGE, 2023.

 

JOÃO PAULO II, Papa. Familiaris consortio: exortação apostólica sobre a família cristã no mundo de hoje. São Paulo: Paulinas, 1982.

 

PONTIFÍCIO CONSELHO “JUSTIÇA E PAZ”. Compêndio da Doutrina Social da Igreja. São Paulo: Paulinas, 2005.

 

SECRETARIADO GERAL DO SÍNODO. Documento de Trabalho para a Fase Continental do Sínodo 2021–2024. Cidade do Vaticano, 2022.

 

 

[1] Presbítero da Diocese de Jacarezinho-PR, Mestrando em Teologia Sistemática PUC-Rio, Especialista em Pastoral pela FAJE, Especialista em Trabalho com Família e Sociabilidade pela Uninter, Bacharel em Comunicação pela FANORPI, Graduado em Filosofia e Teologia pelo Seminário Maior de Jacarezinho – PR. Atualmente, Assessor da Comissão Episcopal Vida e Família CNBB e Secretário-Executivo Nacional da Pastoral Familiar.

[2] CNBB. Campanha da Fraternidade 2026: Fraternidade e Moradia. Brasília: Edições CNBB, 2025.

[3] CONCÍLIO VATICANO II. Const. dogm. Lumen gentium (LG), n. 11; JOÃO PAULO II. Exort. ap. Familiaris consortio (FC), n. 21.

[4] FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO. Déficit habitacional no Brasil – Nota técnica 2023/2024. Belo Horizonte: FJP, 2024.

[5] IBGE. Censo Demográfico 2022: Aglomerados Subnormais. Rio de Janeiro: IBGE, 2023.

[6] CONCÍLIO VATICANO II. Const. past. Gaudium et spes (GS), n. 1.

[7] CNBB. Campanha da Fraternidade 2026: Apresentação do tema e lema. Brasília: CNBB, 2024.

[8] São João Crisóstomo, Homilia 50 sobre São Mateus (Patrologia Graeca 58, 508-509) Gonzales Faus, p. 32.

[9] FRANCISCO, Papa. Enc. Laudato si’ (LS), nn. 152–158.

[10] LEÃO XIV, Papa, Discurso no V Encontro Internacional e a Peregrinação Jubilar dos Movimentos Populares, 23 de outubro de 2025.

[11] CONCÍLIO VATICANO II. Const. past. Gaudium et spes (GS), nn. 24; 47–52.

[12] CNBB. Campanha da Fraternidade 2018: Fraternidade e superação da violência. Texto-base. Brasília: Edições CNBB, 2017 (metodologia ver–julgar–agir aplicada a um problema social).

[13] CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL. Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2019–2023. Brasília: Edições CNBB, 2019, sobretudo o eixo “Igreja em saída”.

[14] CONCÍLIO VATICANO II. Const. past. Gaudium et spes (GS), nn. 26; 63–72; PONTIFÍCIO CONSELHO “JUSTIÇA E PAZ”. Compêndio da Doutrina Social da Igreja. São Paulo: Paulinas, 2005.

[15] CONCÍLIO VATICANO II. Const. Sacrosanctum Concilium (SC), n. 110.

[16] SECRETARIADO GERAL DO SÍNODO. Documento de Trabalho para a Fase Continental do Sínodo 2021–2024. Vaticano, 2022.

[17] FRANCISCO, Papa. Enc. Fratelli tutti (FT), nn. 170–186 (sobre caridade política e transformação das estruturas sociais).

 

Tags: ArtigoCampanha da FraternidadePadre Rodolfo Chagas Pinho
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