• Política de Proteção da Infância e de Pessoas Vulneráveis
domingo, outubro 25, 2026
  • Login
  • Registre-se
Portal Vida e Família
  • Notícias
    • Vida
      • Início da Vida
      • Final da Vida
      • Políticas Públicas
    • Família
      • Pré-matrimonial
      • Pós-matrimonial
      • Casos Especiais
    • Igreja
      • No Mundo
      • No Brasil
  • Artigos
  • Regionais
    • Centro-Oeste
    • Leste 1
    • Leste 2
    • Leste 3
    • Nordeste 1
    • Nordeste 2
    • Nordeste 3
    • Nordeste 4
    • Nordeste 5
    • Noroeste
    • Norte 1
    • Norte 2
    • Norte 3
    • Oeste 1
    • Oeste 2
    • Sul 1
    • Sul 2
    • Sul 3
    • Sul 4
  • Cursos
  • Vídeos
  • Loja
Sem Resultados
Ver todos os resultados
Portal Vida e Família
  • Notícias
    • Vida
      • Início da Vida
      • Final da Vida
      • Políticas Públicas
    • Família
      • Pré-matrimonial
      • Pós-matrimonial
      • Casos Especiais
    • Igreja
      • No Mundo
      • No Brasil
  • Artigos
  • Regionais
    • Centro-Oeste
    • Leste 1
    • Leste 2
    • Leste 3
    • Nordeste 1
    • Nordeste 2
    • Nordeste 3
    • Nordeste 4
    • Nordeste 5
    • Noroeste
    • Norte 1
    • Norte 2
    • Norte 3
    • Oeste 1
    • Oeste 2
    • Sul 1
    • Sul 2
    • Sul 3
    • Sul 4
  • Cursos
  • Vídeos
  • Loja
  • Login
  • Registre-se
Sem Resultados
Ver todos os resultados
Portal Vida e Família
Sem Resultados
Ver todos os resultados
Home Noticias Família

Catequese Papa: “Onde não há honra para os idosos, não há futuro para os jovens”

16/12/2020
em Família
Tempo de leitura: 5 mins leitura
A A
0

Papa Francisco“Os idosos são homens e mulheres, pais e mães que foram antes de nós nessa nossa mesma estrada, na nossa mesma casa, na nossa cotidiana batalha por uma vida digna. São homens e mulheres de quem nós recebemos muito”, disse o papa Francisco na catequese da quarta-feira, 4 de março, no Vaticano. O pontífice tem refletido temáticas sobre a família. 

Confira a íntegra da catequese:

CATEQUESE

Praça São Pedro – Vaticano

Encontro Nacional de Formação da Pastoral Familiar - 2026 Encontro Nacional de Formação da Pastoral Familiar - 2026 Encontro Nacional de Formação da Pastoral Familiar - 2026

Quarta-feira, 4 de março de 2015

Boletim da Santa Sé

Tradução: Jéssica Marçal

Queridos irmãos e irmãs, bom dia,

A catequese de hoje e a da próxima quarta-feira são dedicadas aos idosos, que no âmbito da família são os avós, os tios. Hoje, vamos refletir sobre a problemática condição atual dos idosos e, da próxima vez, isso é, na próxima quarta-feira, de forma mais positiva, sobre a vocação contida nesta idade da vida.

Graças aos progressos da medicina, a vida se alongou: mas a sociedade não se “alargou” à vida! O número de idosos se multiplicou, mas as nossas sociedades não se organizaram o suficiente para dar lugar a eles, com justo respeito e concreta consideração por sua fragilidade e sua dignidade. Enquanto somos jovens, somos induzidos a ignorar a velhice, como se fosse uma doença a manter distante; depois, quando nos tornamos velhos, especialmente se somos pobres, se estamos doentes, sozinhos, experimentamos as lacunas de uma sociedade programada sobre a eficiência, que consequentemente ignora os idosos. E os idosos são uma riqueza, não podem ser ignorados.

Bento XVI, visitando uma casa para idosos, usou palavras claras e proféticas, dizia assim: “A qualidade de uma sociedade, gostaria de dizer de uma civilização, se julga também pelo modo como os idosos são tratados e pelo lugar reservado a eles no viver comum” (12 de novembro de 2012). É verdade, a atenção aos idosos faz a diferença de uma civilização. Em uma civilização há atenção para o idoso? Há lugar para o idoso? Esta civilização seguirá adiante se souber respeitar a sabedoria, a sabedoria dos idosos. Em uma civilização em que não há lugar para os idosos ou são descartados porque criam problemas, esta sociedade leva consigo o vírus da morte.

No Ocidente, os estudiosos apresentam o século atual como o século do envelhecimento: os filhos diminuem, os velhos aumentam. Este desequilíbrio nos interpela, antes, é um grande desafio para a sociedade contemporânea. No entanto, uma cultura do lucro insiste em fazer os velhos parecerem um peso, um “lastro”. Não só não produzem, pensa esta cultura, mas são um fardo: em suma, qual é o resultado de pensar assim? São descartados. É ruim ver os idosos descartados, é uma coisa ruim, é pecado! Não se ousa a dizer isso abertamente, mas se faz isso! Há algo de vil nesta dependência à cultura do descartável. Mas nós estamos habituados a descartar pessoas. Queremos remover o nosso elevado medo da fraqueza e da vulnerabilidade; mas assim fazendo aumentamos nos idosos a angústia de serem mal suportados e abandonados.

Já no ministério de Buenos Aires, vi de perto esta realidade com os seus problemas: “Os idosos são abandonados, e não só na precariedade material. São abandonados na egoísta incapacidade de aceitar os seus limites que refletem os nossos limites, nas numerosas dificuldades que hoje devem superar para sobreviver em uma civilização que não permite a eles participar, ter uma palavra a dizer, nem de ser referência segundo o modelo consumista do ‘somente os jovens podem ser úteis e podem desfrutar’. Estes idosos deveriam, em vez disso, ser, para toda a sociedade, a reserva de sabedoria do nosso povo. Os idosos são a reserva de sabedoria do nosso povo! Com quanta facilidade se coloca para dormir a consciência quando não há amor!” (Só o amor pode nos salvar, Cidade do Vaticano 2013, p. 83). E assim acontece. Eu recordo, quando visitava as casas de repouso, falava com cada um e tantas vezes ouvi isso: “Como a senhora está? E os seus filhos? – Bem, bem – Quantos filhos a senhora tem? – Tantos. E eles vêm visitá-la? – Sim, sim, sempre, sim, vêm. – Quando vieram pela última vez?”. Recordo uma idosa que me dizia: “Foi no Natal”. Estávamos em agosto! Oito meses sem ser visitada pelos filhos, oito meses abandonada! Isto se chama pecado mortal, entendido? Uma vez, quando criança, a avó nos contava uma história de um avó idoso que, ao comer, se sujava porque não podia levar bem a colher com a sopa à boca. E o filho, o pai da família, decidiu tirá-lo da mesa comum e fez uma mesinha em uma cozinha, onde não podia ser visto, para que comesse sozinho. E assim não daria uma má impressão quando chegassem os amigos para almoçar ou jantar. Poucos dias depois, chegou à casa e encontrou o seu filho menor que brincava com a lenha e o martelo e os pregos fazendo alguma coisa ali, disse: “O que você está fazendo? Faço uma mesa, papai. – Uma mesa, para que? – Para você ter uma quando se tornar idoso, assim você pode comer ali”. As crianças têm mais consciência que nós!

Na tradição da Igreja, há uma riqueza de sabedoria que sempre apoiou uma cultura de proximidade aos idosos, uma disposição ao acompanhamento afetuoso e solidário nesta parte final da vida. Tal tradição está enraizada nas Sagradas Escrituras, como atestam, por exemplo, estas expressões do Livro do Eclesiástico: “Não desprezes os ensinamentos dos anciãos, pois eles aprenderam com seus pais. Estudarás com eles o conhecimento e a arte de responder com oportunidade” (Eclo 8, 11-12).

A Igreja não pode e não quer se conformar a uma mentalidade de impaciência e tão pouco de indiferença e desprezo em relação à velhice. Devemos despertar o sentido coletivo de gratidão, de apreço, de hospitalidade, que façam o idoso se sentir parte viva da sua comunidade.

Os idosos são homens e mulheres, pais e mães que foram antes de nós nessa nossa mesma estrada, na nossa mesma casa, na nossa cotidiana batalha por uma vida digna. São homens e mulheres de quem nós recebemos muito. O idoso não é um alienígena. O idoso somos nós: em breve, em muito tempo, inevitavelmente, de qualquer maneira, mesmo se nós não pensamos nisso. E se nós aprendemos a tratar bem os idosos, assim nos tratarão.

Frágeis todos somos um pouco. Alguns, porém, são particularmente frágeis, muitos são sozinhos, e marcados pela doença. Alguns dependem de cuidados indispensáveis e da atenção dos outros. Vamos dar um passo atrás nisso? Vamos abandoná-los ao próprio destino? Uma sociedade sem proximidade, onde a gratuidade e afeto sem contrapartida – mesmo entre estranhos – vai desaparecendo, é uma sociedade perversa. A Igreja, fiel à Palavra de Deus, não pode tolerar estas degenerações. Uma comunidade cristã em que a proximidade e a gratuidade não fossem mais consideradas indispensáveis, perderia com isso a sua alma. Onde não há honra para os idosos, não há futuro para os jovens.

Itinerário Bom Pastor Itinerário Bom Pastor Itinerário Bom Pastor
Anterior

Inscrições abertas para o Seminário de Bioética da CNBB

Próximo

A dignidade da mulher nas palavras de São João Paulo II

Próximo

Comissão da Pastoral Familiar recorda Dia Internacional da Mulher

Para comentar é preciso estar logado!

Regionais

Categorias

Newsletter

Assine e mantenha-se informado!

+55 (61) 3443-2900

secren@vidaefamilia.org.br

Quem Somos

O Portal Vida e Família é a página web oficial da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Neste canal, é possível acompanhar nossa atuação no serviço e na promoção da Cultura da Vida e do Amor, através do anúncio do Evangelho da Família e do Evangelho da Vida.
  • Amar também é cuidar.
O Evangelho deste domingo nos lembra que o amor a Deus não pode ficar apenas nas palavras. Ele se torna concreto na forma como olhamos, escutamos, ajudamos e cuidamos das pessoas que fazem parte da nossa vida.
Que nossa família aprenda, todos os dias, a transformar o amor em pequenos gestos concretos.
Compartilhe este conteúdo com sua família.
  • A família precisa de esperança, acolhimento e amor! 

Em um mundo que tanto precisa de Deus, a Igreja é chamada a ser presença que acolhe, fortalece e anuncia a esperança de Cristo às famílias.

Que nunca nos falte coragem para levar o amor de Deus a cada lar!

Compartilhe essa mensagem tão especial diretamente do encontro “10 anos depois de Amoris Laetitia” para nossas famílias.
  • São João Paulo II dedicou grande parte de seu ministério a recordar ao mundo uma verdade que continua profundamente atual: a família tem uma identidade, uma vocação e uma missão.
Suas palavras nos convidam a olhar para nossas famílias não como famílias perfeitas, mas como famílias chamadas a crescer no amor, na comunhão, no perdão e na fé.
Qual dessas frases mais falou ao seu coração?
Conte nos comentários e compartilhe este conteúdo com sua família para se lembrar da beleza da vocação.
  • Quem cuida da Pastoral Familiar também precisa ser cuidado, formado e fortalecido para a missão.

Por isso, o Encontro Nacional de Formação é uma oportunidade para coordenadores paroquiais, diocesanos e regionais ampliarem seus conhecimentos, partilharem experiências e encontrarem novos caminhos para acompanhar as famílias.

📅 6 a 8 de novembro
📍 Foz do Iguaçu (PR)

Família, torna-te aquilo que és: do anúncio da vocação ao acompanhamento das famílias.

Venha viver esse momento de formação conosco!

Inscrições abertas e vagas limitadas. Acesse o link da bio para se inscrever.
  • O arcebispo de Porto Alegre (RS) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Jaime Spengler, e o bispo de Ponta Grossa (PR) e presidente da Comissão Vida e Família da CNBB, dom Bruno Elizeu Versari, fizeram um balanço da participação brasileira no encontro “Dez anos depois da Amoris laetitia: anunciar o Evangelho com as famílias hoje”, realizado entre os dias 7 e 14 de outubro, no Vaticano.

Eles reconhecem o empenho da Pastoral Familiar no Brasil e fazem um convite às famílias brasileiras e a todo o clero a continuarem a promover a santidade neste ambiente tão fecundo de amor.
  • Olá, estimadas famílias. Estamos aqui no Vaticano, na sala Paulo VI, para o nosso quinto dia de reflexões sobre os 10 anos da Amoris Laetitia. E hoje tratando especificamente dos do tema nas dificuldades da vida, acompanhamento e apoio necessário às nossas famílias.

Para o início desta reflexão, foram introduzidos a os o tema com algumas colocações que vocês encontram também no site apontado onde estão todos esses subsídios que estamos aqui trabalhando. E tudo isso nos fez mergulhar ainda mais profundamente no capítulo oitavo de Amoris Laetitia, como em toda ela que permeia esse cuidado, esse apoio e esse acompanhamento.

Mas hoje precisamente falando das dificuldades que passamos enquanto famílias, se suscita a necessidade de passarmos da assistência para o acompanhamento. A importância de formarmos redes de apoio tanto comunitária quanto profissional e pastoral. Não podemos estar sozinhos, precisamos de apoio de toda essa conjuntura.

Ajuda mútua, sem julgamentos, fraternal, menos formal, precisamos de processos de discernimento.

Nesses 10 anos, Amoris Laetitia nos leva a mostrar o rosto materno da Igreja. Materno como da mãe Aparecida, que ama e abençoa o Brasil. Por isso nós daqui pedimos também a bênção dela sobre todo o nosso povo brasileiro.

Um fraterno abraço a todos.
  • Home
  • Vídeos
  • Notícias
  • Artigos
  • Regionais
  • Cursos

Pastoral Familiar © 2024 Todos os direitos reservados

Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta abaixo

Esqueceu a Senha? Inscrever-se

Criar nova conta!

Preencha os formulários abaixo para se cadastrar

*Ao se registrar em nosso site, você concorda com os Termos e Condições e a nossa Política de Privacidade.
Todos os campos são necessários. Conecte-se

Recuperar sua senha

Por favor, digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se

Add New Playlist

  • Login
  • Inscrever-se
Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Notícias
    • Vida
      • Início da Vida
      • Final da Vida
      • Políticas Públicas
    • Família
      • Pré-matrimonial
      • Pós-matrimonial
      • Casos Especiais
    • Igreja
      • No Mundo
      • No Brasil
  • Artigos
  • Regionais
    • Centro-Oeste
    • Leste 1
    • Leste 2
    • Leste 3
    • Nordeste 1
    • Nordeste 2
    • Nordeste 3
    • Nordeste 4
    • Nordeste 5
    • Noroeste
    • Norte 1
    • Norte 2
    • Norte 3
    • Oeste 1
    • Oeste 2
    • Sul 1
    • Sul 2
    • Sul 3
    • Sul 4
  • Cursos
  • Vídeos
  • Loja

Pastoral Familiar © 2024 Todos os direitos reservados

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.