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Iniciação à vida cristã e sociedade do fast-food: como a Pastoral Familiar pode atuar na cultura do imediatismo

23/02/2026
em Artigos
Tempo de leitura: 10 mins leitura
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Iniciação à vida cristã e sociedade do fast-food: como a Pastoral Familiar pode atuar na cultura do imediatismo

(Foto: Aron Visual/Unplash)

Por Padre Rodolfo Chagas Pinho[1]

 

1) Introdução: processos longos em tempos de respostas rápidas

A Igreja no Brasil, especialmente a partir do Documento 107 da CNBB – Iniciação à Vida Cristã: itinerário para formar discípulos missionários, assumiu com clareza um paradigma processual: a fé não se transmite por meio de eventos isolados, mas por itinerários progressivos, com etapas, ritos, experiências e acompanhamento pessoal.[2][3]

Esse paradigma eclesiológico da iniciação se articula com a visão do Documento de Aparecida, que descreve o ser cristão como “processo de discipulado missionário”, aprendizagem gradual no seguimento de Cristo.[4]

Entretanto, esse horizonte entra em tensão com o contexto cultural contemporâneo, marcado pela lógica do fast-food e do imediatismo: consumo instantâneo; intolerância à espera; aversão a processos demorados; cultura digital da resposta rápida e da atenção fragmentada.

Como conciliar uma eclesiologia do processo – tempo, caminho, percurso, itinerário – com o homem hodierno, habituado ao “tudo já”, ao “skip ad”, ao “um clique”? E, em particular, como a Pastoral Familiar pode atuar junto às famílias, para que a iniciação à vida cristã não se reduza a “serviços religiosos” de consumo rápido, mas permaneça caminho de sabedoria e maturação na fé?

 

2) Iniciação à vida cristã: paradigma de processo na eclesiologia atual

O Documento 107 define a Iniciação à Vida Cristã (IVC) como um “caminho progressivo”, realizado por meio de etapas vivenciais (lex vivendi), celebrativas (lex orandi) e doutrinais (lex credendi), orientadas à transformação integral da pessoa.[5]

Trata-se de uma visão fortemente eclesiológica: a IVC é eixo unificador de toda a ação evangelizadora, não uma pastoral a mais; insere-se na tradição catecumenal da Igreja (RICA), com etapas como querigma, catecumenato, purificação/iluminação e mistagogia; supõe uma Igreja “casa da iniciação”, comunidade de comunidades que acolhe, acompanha e gera novos filhos na fé.

O Documento de Aparecida reforça essa dimensão processual, ao afirmar que ou educamos na fé colocando as pessoas “realmente em contato com Jesus Cristo e convidando-as para segui-lo, ou não cumpriremos nossa missão evangelizadora” (DAp 287), e que “ser discípulo é um dom destinado a crescer”; a iniciação cristã oferece justamente um “aprendizado gradual” que forja a identidade cristã e acompanha a busca de sentido (DAp 291).

No plano mais amplo da eclesiologia, o magistério do Papa Francisco, em Evangelii gaudium, formula o princípio segundo o qual “o tempo é superior ao espaço” (EG 222-225): é mais importante iniciar processos do que ocupar espaços; dar prioridade a dinâmicas que amadurecem no tempo, em vez de buscar resultados imediatos e visíveis.[6]

Assim, a IVC aparece como expressão concreta dessa eclesiologia do tempo e do processo: a Igreja prefere caminhar com as pessoas ao longo de itinerários, em vez de “entregar produtos religiosos prontos”.

 

3) Sociedade do fast-food e cultura do imediatismo

Se a eclesiologia contemporânea privilegia processos longos, a cultura em que vivemos privilegia o imediato. O símbolo do fast-food é mais que metáfora alimentar: ele revela um modo de relacionar-se com o tempo, o corpo e o desejo: tudo deve ser rápido, disponível, padronizado; o valor está na velocidade e na praticidade, não na qualidade ou no processo; a espera é percebida como perda, não como tempo de gestação.

O filósofo Byung-Chul Han, em A sociedade do cansaço, descreve a contemporaneidade como uma era de hiperatividade, multitarefa e atenção dispersa, na qual as capacidades de contemplação e resistência estão bloqueadas.[7] A exigência contínua de desempenho e a prontidão de resposta produzem uma atenção ampla, porém rasa, sempre em mudança, incapaz de se fixar em algo por tempo suficiente para gerar profundidade.

Essa dinâmica repercute diretamente na experiência religiosa: cresce a busca por “serviços espirituais” rápidos (bênçãos, orações, celebrações), consumidos como produtos; aumenta a dificuldade de sustentar processos de formação, encontros sequenciais, leitura orante, acompanhamento pessoal; a própria catequese corre o risco de ser vivida como “cursinho sacramental”: intensivo, informativo, mas não iniciático.

Nessa sociedade do “clicar e receber”, a proposta de um itinerário de anos para a iniciação cristã pode soar estranha, pesada ou “impraticável”: famílias cansadas, agendas cheias, crianças hiperestimuladas, jovens acostumados a conteúdos de 30 segundos. A tensão entre Igreja-processo e sociedade fast-food é real e não pode ser ignorada.[8]

 

4) A tensão teológica: tempo/processos x pressa/resultado

Do ponto de vista teológico, a questão não é meramente pedagógica, mas cristológica e pneumatológica: o Deus bíblico educa o seu povo na história, em longos processos de êxodo, deserto, exílio, retorno; a encarnação do Verbo se realiza no “tempo longo” da vida de Jesus em Nazaré e do caminho com os discípulos; o Espírito Santo age como fermento, semente, crescimento silencioso (parábolas do Reino).

A opção da Igreja por processos catecumenais e por itinerários de iniciação é, portanto, uma forma de fidelidade ao modo de agir de Deus: a graça não é “fast-food sacramental”; é fermento que precisa de tempo para levedar a massa.

Em Evangelii gaudium, Francisco adverte contra o “pecado de privilegiar os espaços de poder em vez dos tempos dos processos”, isto é, buscar controlar resultados imediatos, “cristalizar os processos e pretender pará-los”. A lógica do Reino é oposta: trata-se de lançar sementes, iniciar percursos, acompanhar ritmos.

Conciliar processualidade e cultura da pressa não significa ceder ao imediatismo, mas inculturar o processo, tornando-o inteligível e habitável para sujeitos formados nesse contexto.

 

5) Caminhos de conciliação: pedagogia da iniciação numa cultura acelerada

Em vez de apresentar a IVC como uma “exigência burocrática” (mais encontros, mais tempo), é preciso mostrar seu sentido: o processo protege contra a superficialidade da fé, que abandona tudo diante da primeira crise; permite que perguntas profundas emerjam; oferece tempo para integrar fé e vida, afetividade, escolhas, feridas.

Aqui, a linguagem da saúde ajuda: assim como não se “cura” ninguém com um comprimido milagroso, também não se forma discípulos com um encontro isolado.

A sociedade atual precisa de marcos visíveis. A inspiração catecumenal oferece isso: etapa querigmática (primeiro anúncio, encontro com Cristo); catecumenato (aprofundamento, moral, oração, vida comunitária); purificação e iluminação (mais intensa preparação sacramental); mistagogia (leitura da vida à luz dos sacramentos recebidos).

Apresentar essas etapas de forma simples, com símbolos, ritos, celebrações, ajuda famílias e catequizandos a perceberem que cada fase tem seu sentido, e que a “demora” é caminho e não atraso.

Uma resposta pastoral à cultura do “rápido” é fragmentar pedagogicamente, sem perder a visão de conjunto: encontros mais curtos, mas frequentes e bem preparados; tarefas pequenas e concretas para casa (oração breve, gesto de caridade, conversa em família); uso criterioso de recursos digitais (vídeos, áudios, mensagens) como apoio, não substituto do encontro comunitário.

Assim, quem está acostumado ao rápido vai descobrindo, por dentro, a lógica do lento que transforma.

 

6.1) A Pastoral Familiar diante do ser humano de hoje

A Pastoral Familiar ocupa lugar estratégico nesse cenário. Segundo o Diretório da Pastoral Familiar (CNBB, Doc. 79), ela é chamada a acompanhar a família “em suas luzes e sombras”, articulando evangelização, promoção humana e defesa da vida, e integrando a família na vida da Igreja.[9]

Em relação à iniciação à vida cristã e à cultura do imediatismo, pode atuar em vários níveis. O Documento 107 retoma a intuição de Aparecida: a iniciação não é tarefa exclusiva da catequese, mas de toda a comunidade, com papel insubstituível da família.

A Pastoral Familiar pode ajudar pais e mães a redescobrir que educar na fé é processo, não delegável apenas à paróquia e oferecer formações específicas sobre como rezar em família, como ler a Bíblia com os filhos, como falar de fé com crianças e adolescentes. Ainda incentivar pequenos rituais domésticos: bênção antes de dormir, velas nos tempos litúrgicos, oração pelos doentes, memória dos pobres e utilizar o subsídio Hora da Palavra com celebrações mensais que ajudam fortalecer os laços familiares.

Esses gestos introduzem as novas gerações na lógica do tempo de Deus, diferente do tempo do consumo.

 

6.2) A Pastoral Familiar como “ponte” entre IVC e vida cotidiana

Nem sempre os processos de IVC conseguem alcançar as famílias na sua densidade concreta (horários, trabalho, escola, conflitos). A Pastoral Familiar pode mediar isso participando da elaboração dos projetos diocesanos de IVC, para que considerem a realidade das famílias. Promovendo encontros conjuntos entre catequistas, agentes da IVC e Pastoral Familiar, construindo uma visão comum. Além de acompanhando particularmente famílias em situação de fragilidade (casais em crise, famílias reconstituídas, monoparentais, etc.), para que não se sintam excluídas dos processos iniciáticos.

Assim, a Pastoral Familiar ajuda a evitar que a IVC seja “pastoral para famílias ideais”, tornando-a caminho realista e inclusivo.

 

6.3) Educar para o tempo: espiritualidade da paciência e da perseverança

Numa cultura de pressa, a Pastoral Familiar é chamada a testemunhar a espiritualidade da paciência, valorizar o “pouco, mas constante”: um encontro mensal de casais através do Hora da Palavra; um gesto de reconciliação regular; trabalhar, na formação de casais e pais, a ideia de que educar é semear sem ver imediatamente o fruto; resgatar imagens bíblicas do tempo: semente que cresce, fermento, gestação, peregrinação.

Essa pedagogia contribui para transformar o imaginário: em vez de buscar “soluções mágicas” (para crises conjugais, para problemas com filhos), as famílias vão aprendendo a confiar no tempo, na graça e nos processos acompanhados.

 

6.4) Pastoral Familiar como crítica profética ao “fast-food sacramental”

Por fim, a Pastoral Familiar pode exercer uma função crítica e profética dentro da própria Igreja e questionar práticas que reduzem a preparação para sacramentos (especialmente batismo e matrimônio) a “cursos rápidos” de fim de semana, sem continuidade e propor e apoiar itinerários catecumenais para o matrimônio e para a vida familiar, em sintonia com o Documento 107 e outros subsídios recentes;[10]

Portanto, se faz necessário sensibilizar presbíteros e conselhos pastorais para que a lógica do processo não seja sacrificada em nome da “praticidade” e o uso do itinerário vivencial personalizado de preparação ao matrimonio seja utilizado como método de uma paróquia sinodal.

Nesse sentido, a Pastoral Familiar contribui para que a própria Igreja não se deixe colonizar pela mentalidade fast-food, mas permaneça fiel ao estilo de Deus, que educa no tempo.

 

7) Conclusão: uma Igreja de processos a serviço de pessoas apressadas

A tensão entre a Iniciação à Vida Cristã como processo e a sociedade do fast-food e do imediatismo não se resolve com concessões superficiais, mas com discernimento e criatividade pastoral. A eclesiologia atual, inspirada no Vaticano II, em Aparecida e no magistério do Papa Francisco, insiste que o tempo é superior ao espaço, os processos são mais importantes que ocupação de posições.

Numa cultura cansada e apressada, a decisão de apostar em itinerários, percursos, acompanhamentos é, ao mesmo tempo, gesto de fidelidade evangélica e ato de esperança antropológica: a Igreja acredita que o ser humano não está condenado à superfície; pode ainda aprender a caminhar, a esperar, a crescer.

A Pastoral Familiar, inserida no coração da vida cotidiana, tem condições privilegiadas para traduzir essa esperança em práticas concretas formando famílias que rezam e pensam; ajudando pais e filhos a viver o tempo de Deus; sendo ponte entre processos iniciáticos e realidades familiares e ainda resistindo à tentação de transformar a vida cristã em mais um produto rápido.

Conciliar iniciação à vida cristã e sociedade do fast-food não significa diluir o Evangelho, mas introduzir, passo a passo, a cultura da paciência de Deus no interior de uma humanidade apressada. A Pastoral Familiar, quando assume essa missão, torna-se sinal de uma Igreja que não se rende ao imediatismo, mas continua a crer na força discreta dos processos que o Espírito Santo conduz na história como a semente de mostarda que se torna uma árvore frondosa.

 

Referências bibliográficas

CELAM. Documento de Aparecida. 5ª Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe.

CNBB. Documento 79 – Diretório da Pastoral Familiar no Brasil. Brasília: Edições CNBB.

CNBB. Documento 107 – Iniciação à Vida Cristã: itinerário para formar discípulos missionários. Brasília: Edições CNBB.

FRANCISCO, Papa. Evangelii gaudium: Exortação apostólica sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual. Vaticano, 2013.

HAN, Byung-Chul. Sociedade do cansaço. Petrópolis: Vozes.

MORAES, A. O.; CALANDRO, E. A. “A Iniciação à Vida Cristã a partir de Aparecida: perspectivas catequéticas após o primeiro decênio da Conferência”. Pesquisas em Teologia, PUC-Rio.

 

[1] Presbítero da Diocese de Jacarezinho-PR. Mestrando em Teologia Sistemática PUC-Rio; Especialista em Pastoral pela FAJE; Especialista em Trabalho com Família e Sociabilidade pela Uninter; Bacharel em Comunicação pela FANORPI; Graduado em Filosofia e Teologia pelo Seminário Maior de Jacarezinho – PR. Atualmente, Assessor da Comissão Episcopal Vida e Família CNBB e Secretário-Executivo Nacional da Pastoral Familiar.

[2] CNBB, Documento 107 – Iniciação à Vida Cristã: itinerário para formar discípulos missionários, aprovado na 55ª Assembleia Geral, apresenta a IVC como caminho progressivo, com etapas e ritos, e eixo da ação evangelizadora no Brasil.

[3] Idem, cf. sínteses e apresentações oficiais que explicitam a estrutura querigmática, catecumenal, mistagógica do processo de IVC.

[4] CELAM, Documento de Aparecida, especialmente nn. 287 e 291, sobre discipulado missionário como dom destinado a crescer e iniciação cristã como aprendizagem gradual.

[5] CNBB, apresentações e chaves de leitura do Doc. 107, que o definem como “itinerário” e “casa da iniciação à vida cristã”.

[6] FRANCISCO, Papa. Evangelii gaudium, nn. 222-225, sobre o princípio “o tempo é superior ao espaço” e a prioridade dos processos sobre a posse de espaços de poder.

[7] HAN, Byung-Chul. Sociedade do cansaço, análise da hiperatividade, da atenção dispersa e da pressão por desempenho na sociedade contemporânea.

[8] Cf. estudos e resumos sobre Sociedade do cansaço que destacam o bloqueio da contemplação e a superficialidade da atenção multitarefa.

[9] CNBB, Diretório da Pastoral Familiar, Doc. 79, que apresenta a pastoral como resposta às luzes e sombras da família contemporânea, articulando evangelização, promoção humana e defesa da vida.

[10] Cf. também iniciativas e reflexões que articulam IVC, Aparecida e Pastoral Familiar como eixos convergentes de um novo paradigma evangelizador.

Tags: ArtigoPastoral Familiar
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