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Home Noticias Família

Início do ano escolar: como torná-lo mais agradável

24/01/2014
em Família
Tempo de leitura: 3 mins leitura
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Foto: Anissa Thompson/sxc.huÉ comum ver cenas de choro e birras nos primeiros dias de aula das crianças. Mas algumas delas vivem esta mudança com grande naturalidade e se adaptam facilmente à ideia de passar várias horas ao dia longe do seu lar e daqueles que cuidam dela.
As birras dos primeiros dias de aula se devem ao trauma da separação e isso é normal. Essa primeira separação é uma experiência ingrata, especialmente porque gera grandes temores em pais e filhos.
“O medo do desconhecido é um medo natural que sempre produz angústia. Esta situação sempre vai acontecer e não é negativa nem censurável. O ruim é não saber como enfrentá-la”, afirma a psicóloga María del Rosario Concha.
A dor da separação pode ser menor se os pais preparam o filho e lhe falam sobre a conveniência de frequentar a escola. “Usando algum conto, uma mãe, por exemplo, pode mostrar ao filho que, indo à escola, ele encontrará amigos, brincadeiras, atividades novas e divertidas. Isso poderá tranquilizá-lo e diminuir a dor de sair de casa”, diz Rosario.
Da mesma forma, é muito importante levar a criança várias vezes para passear na instituição antes do início do ano escolar, para familiarizá-la com as instalações e professores. Assim, a criança verá como é o ambiente e o início das aulas será menos estranho.
O psiquiatra Felipe Quiroga adverte que, quando se dá uma angústia exagerada pela separação, é preciso ver se há algo que não está funcionando bem. “Por exemplo, algumas crianças imaginam que, se forem ao colégio, um dos seus pais as abandonará, ou pensam que sua presença é indispensável em casa para manter os pais unidos.”
“Outro problema tem a ver com a ansiedade que algumas crianças desenvolvem devido a que seus pais são muito inseguros e veem perigo em todos os lugares, ou porque são superprotetores”, explica.
Além disso, pode acontecer que, durante o trauma da separação, ressurjam sintomas regressivos, como fazer xixi ou cocô nas calças, chorar mais do que de costume, chupar mais o dedo etc. Alguns especialistas consideram que estas regressões são normais e desaparecem quando a criança recebe a ajuda necessária para vencer seus medos.
Para que a angústia da separação seja o menos traumática possível, os especialistas dão algumas dicas:
– Acompanhar a criança por um tempo durante os primeiros dias de aula. O professor orientará os pais para que comecem a deixar a criança sozinha aos poucos; mas este processo não pode se prolongar demais, para que a separação não seja tão angustiante para ambos.
– Despedir-se sempre da criança. É conveniente explicar-lhe que ela estará na escola e que voltarão para buscá-la, mostrando sempre tranquilidade no rosto e nas palavras.
– Procurar sempre ser pontual e, assim, evitar que a criança se sinta abandonada.
– Deixar a criança levar à escola algum objeto que tenha conotação afetiva para ela, para que sirva de transição entre a sua casa e a escola. Isso a ajudará a sentir-se mais segura e, ao abraçar o objeto, sentirá o calor do seu lar. À medida que se sentir mais segura e for conquistando mais autonomia, chegará o momento em que ela mesma decidirá deixar o objeto.

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O Portal Vida e Família é a página web oficial da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Neste canal, é possível acompanhar nossa atuação no serviço e na promoção da Cultura da Vida e do Amor, através do anúncio do Evangelho da Família e do Evangelho da Vida.
  • Quem cuida da Pastoral Familiar também precisa ser cuidado, formado e fortalecido para a missão.

Por isso, o Encontro Nacional de Formação é uma oportunidade para coordenadores paroquiais, diocesanos e regionais ampliarem seus conhecimentos, partilharem experiências e encontrarem novos caminhos para acompanhar as famílias.

📅 6 a 8 de novembro
📍 Foz do Iguaçu (PR)

Família, torna-te aquilo que és: do anúncio da vocação ao acompanhamento das famílias.

Venha viver esse momento de formação conosco!

Inscrições abertas e vagas limitadas. Acesse o link da bio para se inscrever.
  • O arcebispo de Porto Alegre (RS) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Jaime Spengler, e o bispo de Ponta Grossa (PR) e presidente da Comissão Vida e Família da CNBB, dom Bruno Elizeu Versari, fizeram um balanço da participação brasileira no encontro “Dez anos depois da Amoris laetitia: anunciar o Evangelho com as famílias hoje”, realizado entre os dias 7 e 14 de outubro, no Vaticano.

Eles reconhecem o empenho da Pastoral Familiar no Brasil e fazem um convite às famílias brasileiras e a todo o clero a continuarem a promover a santidade neste ambiente tão fecundo de amor.
  • Olá, estimadas famílias. Estamos aqui no Vaticano, na sala Paulo VI, para o nosso quinto dia de reflexões sobre os 10 anos da Amoris Laetitia. E hoje tratando especificamente dos do tema nas dificuldades da vida, acompanhamento e apoio necessário às nossas famílias.

Para o início desta reflexão, foram introduzidos a os o tema com algumas colocações que vocês encontram também no site apontado onde estão todos esses subsídios que estamos aqui trabalhando. E tudo isso nos fez mergulhar ainda mais profundamente no capítulo oitavo de Amoris Laetitia, como em toda ela que permeia esse cuidado, esse apoio e esse acompanhamento.

Mas hoje precisamente falando das dificuldades que passamos enquanto famílias, se suscita a necessidade de passarmos da assistência para o acompanhamento. A importância de formarmos redes de apoio tanto comunitária quanto profissional e pastoral. Não podemos estar sozinhos, precisamos de apoio de toda essa conjuntura.

Ajuda mútua, sem julgamentos, fraternal, menos formal, precisamos de processos de discernimento.

Nesses 10 anos, Amoris Laetitia nos leva a mostrar o rosto materno da Igreja. Materno como da mãe Aparecida, que ama e abençoa o Brasil. Por isso nós daqui pedimos também a bênção dela sobre todo o nosso povo brasileiro.

Um fraterno abraço a todos.
  • Que Nossa Senhora Aparecida interceda por cada lar, fortaleça os casais, proteja as crianças, acompanhe os jovens e cubra com seu manto os idosos e todos aqueles que precisam de cuidado.

Que Maria nos ensine a viver uma fé que se transforma em presença, cuidado e amor dentro de nossas famílias.

Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós!
  • Deus continua nos convidando. Como nossa família tem respondido?

O Evangelho deste domingo nos apresenta um convite para participar da alegria do Reino. E, muitas vezes, Deus também nos chama por meio das pequenas oportunidades do cotidiano: na oração em família, na Santa Missa, no serviço, no perdão e na reconciliação.

Que nesta semana nossa família tenha um coração disponível para dizer “sim” aos convites de Deus.
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