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Home Noticias Vida Políticas Públicas

Posição do Conselho Federal de Medicina está longe de ser unanimidade entre médicos

18/12/2020
em Políticas Públicas, Vida
Tempo de leitura: 2 mins leitura
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Num posicionamento recente, a Associação Espanhola de Bioética e Ética Médica, de um país onde o aborto é amplamente permitido, afirma que “a destruição do feto no seio materno não é um ato médico. […] Por isso, qualquer profissional da saúde pode se opor a realizar tal ato, ou colaborar com ele, por não ser uma obrigação derivada do exercício de sua profissão.”
(Disponível em: http://www.aebioetica.org/archivos/Respecto%20objecion%20conciencia2012.pdf)

Diante da recente declaração do Conselho Federal de Medicina sobre a possibilidade de ampliação do aborto “legal” no Brasil até o terceiro mês de gestação, afirmou o Dr. João Batista Soares, presidente do Conselho Regional de Medicina-MG. “Não é uma questão religiosa. Enquanto médicos, entendemos que nossa obrigação primeira é com a vida. Existem situações especiais que justificam [o aborto]. Agora, simplesmente porque a mulher não quer ter aquele filho, aí somos contra.” O Conselho Regional de Medicina de Minas aprovou um texto contrário à proposta do Conselho Federal. Dr. Soares ainda lembra que um terço dos conselheiros foi contra a proposta, não sendo assim unânime.
(fonte: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1249869-medicos-defendem-abortos-ate-a-12-semana-de-gestacao.shtml)

Comissão Nacional da Pastoral Familiar ressalva "a escolha da vida deve prevalecer"Dom João Carlos Petrini, Presidente da Comissão Vida e Família da CNBB, afirmou para a Folha que “o que consideramos grave nesse contexto é o poder ‘educativo’ que é deseducativo, na verdade– que um órgão importante como o Conselho Federal de Medicina tem, o poder de criar mentalidades”. E acrescentou que a escolha da vida deve prevalecer: “Do contrário, se fortalece uma mentalidade que favorece o recurso à violência e à morte. E justamente num contexto em que o Brasil está assolado por índices de violência que nos colocam em situação parecida com países que estão em guerra.”
(fonte: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1249869-medicos-defendem-abortos-ate-a-12-semana-de-gestacao.shtml)

Encontro Nacional de Formação da Pastoral Familiar - 2026 Encontro Nacional de Formação da Pastoral Familiar - 2026 Encontro Nacional de Formação da Pastoral Familiar - 2026

Vê-se, na posição do Dr. João Batista que a declaração do Conselho Federal de Medicina está longe ser unânime entre os médicos dos conselhos, quanto mais de todo o Brasil.

Ademais, ainda não se viu o Conselho se dirigir à imprensa com tanta força para se declarar por melhores condições no âmbito da saúde no Brasil, que há muito pede socorro. Espera-se que o Conselho Federal de Medicina não esteja somente querendo fazer o jogo político e econômico ditado por pressões ideológicas, pois o Brasil poderia e deveria estar aprendendo com os países onde o aborto foi legalizado. Por exemplo, Portugal aumentou 30% o número de abortos depois de sua legalização, tendo como efeito gastos elevadíssimos para a saúde pública.
Há tantas outras e maiores urgências na área da saúde da mulher para se evitar a mortalidade feminina que mereceriam maior ênfase.

Por isso, médicos, e todo cidadão brasileiro, tem direito de reagir em relação a tal posicionamento.

Pe. Rafael Fornasier

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  • Quem cuida da Pastoral Familiar também precisa ser cuidado, formado e fortalecido para a missão.

Por isso, o Encontro Nacional de Formação é uma oportunidade para coordenadores paroquiais, diocesanos e regionais ampliarem seus conhecimentos, partilharem experiências e encontrarem novos caminhos para acompanhar as famílias.

📅 6 a 8 de novembro
📍 Foz do Iguaçu (PR)

Família, torna-te aquilo que és: do anúncio da vocação ao acompanhamento das famílias.

Venha viver esse momento de formação conosco!

Inscrições abertas e vagas limitadas. Acesse o link da bio para se inscrever.
  • O arcebispo de Porto Alegre (RS) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Jaime Spengler, e o bispo de Ponta Grossa (PR) e presidente da Comissão Vida e Família da CNBB, dom Bruno Elizeu Versari, fizeram um balanço da participação brasileira no encontro “Dez anos depois da Amoris laetitia: anunciar o Evangelho com as famílias hoje”, realizado entre os dias 7 e 14 de outubro, no Vaticano.

Eles reconhecem o empenho da Pastoral Familiar no Brasil e fazem um convite às famílias brasileiras e a todo o clero a continuarem a promover a santidade neste ambiente tão fecundo de amor.
  • Olá, estimadas famílias. Estamos aqui no Vaticano, na sala Paulo VI, para o nosso quinto dia de reflexões sobre os 10 anos da Amoris Laetitia. E hoje tratando especificamente dos do tema nas dificuldades da vida, acompanhamento e apoio necessário às nossas famílias.

Para o início desta reflexão, foram introduzidos a os o tema com algumas colocações que vocês encontram também no site apontado onde estão todos esses subsídios que estamos aqui trabalhando. E tudo isso nos fez mergulhar ainda mais profundamente no capítulo oitavo de Amoris Laetitia, como em toda ela que permeia esse cuidado, esse apoio e esse acompanhamento.

Mas hoje precisamente falando das dificuldades que passamos enquanto famílias, se suscita a necessidade de passarmos da assistência para o acompanhamento. A importância de formarmos redes de apoio tanto comunitária quanto profissional e pastoral. Não podemos estar sozinhos, precisamos de apoio de toda essa conjuntura.

Ajuda mútua, sem julgamentos, fraternal, menos formal, precisamos de processos de discernimento.

Nesses 10 anos, Amoris Laetitia nos leva a mostrar o rosto materno da Igreja. Materno como da mãe Aparecida, que ama e abençoa o Brasil. Por isso nós daqui pedimos também a bênção dela sobre todo o nosso povo brasileiro.

Um fraterno abraço a todos.
  • Que Nossa Senhora Aparecida interceda por cada lar, fortaleça os casais, proteja as crianças, acompanhe os jovens e cubra com seu manto os idosos e todos aqueles que precisam de cuidado.

Que Maria nos ensine a viver uma fé que se transforma em presença, cuidado e amor dentro de nossas famílias.

Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós!
  • Deus continua nos convidando. Como nossa família tem respondido?

O Evangelho deste domingo nos apresenta um convite para participar da alegria do Reino. E, muitas vezes, Deus também nos chama por meio das pequenas oportunidades do cotidiano: na oração em família, na Santa Missa, no serviço, no perdão e na reconciliação.

Que nesta semana nossa família tenha um coração disponível para dizer “sim” aos convites de Deus.
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