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Home Noticias Família

Primeira regra da vida: não deixar nossos pais sozinhos

21/05/2020
em Família
Tempo de leitura: 11 mins leitura
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Primeira regra da vida: não deixar nossos pais sozinhos

Positive elderly woman and her daughter chatting and holding hands. Mother and daughter sitting on couch with home interior in background. Daughter and elderly mother concept.

Diferentemente da maioria dos animais, os laços que há entre as pessoas são indispensáveis. Nossa socialização determina o crescimento de nossas conexões neurais, nossa atitude em relação à vida e, em muitos casos, nosso sucesso na jornada.

Se você tem a possibilidade de ler este artigo hoje, respirar e sentir o ar em sua pele, é graças a seus pais. A generosidade deles em lhe dar a vida e cuidar de você, dia após dia, é algo que o deixará sempre em dívida com eles.

Hoje, queremos refletir com você sobre a grande responsabilidade que temos de nos mantermos próximos e cuidar de nossos pais, enquanto temos o privilégio da sua presença.

Encontro Nacional de Formação da Pastoral Familiar - 2026 Encontro Nacional de Formação da Pastoral Familiar - 2026 Encontro Nacional de Formação da Pastoral Familiar - 2026

Quanto tempo se passou desde a última vez que ligou para seus pais? A alegria ou tristeza que eles experimentam no dia a dia depende da sua resposta a esta pergunta – acredite ou não.

Aprendamos a ser gratos

Infelizmente, esquecemo-nos fácil e rapidamente de agradecer e cuidar dos nossos. Muitos de nós, quando precisamos, não hesitamos em aceitar e, às vezes, até pedir ajuda. Mas quando se trata de estender a mão para apoiar os que precisam, estamos muito ocupados.Advertisement

O que não percebemos, ao escolher nosso caminho fora da casa de nossos pais, depois de enchê-la com nossas risadas e travessuras, é que acabamos deixando-os cheios de lembranças e também de ausência.

Na agitação e preocupações da vida adulta, é tudo tão importante (é o que pensamos), que lhe damos prioridade absoluta, esquecendo o transcendente, o que enche a alma (a nossa e a daqueles que amamos).

Avaliemos o que realmente importa

Encontramo-nos, então, sendo pessoas “importantes”, “bem-sucedidas” e admiradas fora de casa, mas em casa (ou com pessoas próximas, como nossos pais e filhos), estamos verdadeiramente distantes .

Se você, assim como eu, descobrir que não tem dado a seus pais todo o amor que pode dar ou a gratidão que eles merecem, decida, hoje, que ainda estão vivos, para aproveitar ao máximo essa bênção em sua vida.

Propomos uma lista com sugestões para tornar seu relacionamento com eles mais rico e profundo, e fazê-los sentir-se o mais amados possível.Advertisement

Estimule conversas significativas com eles

Encontramos, em um site conhecido, uma lista de perguntas que você vai adorar. Vamos compartilhar algumas delas. Tente usá-las em cada conversa que tiver com seus pais e você ficará chocado com a beleza do diálogo que irá surgir.

Como foi sua infância?

Como seus pais o teriam descrito?

Já se sentiu numa encruzilhada em algum momento da vida? Se a resposta for sim, o que aconteceu e por que você escolheu um caminho e não o outro?

Qual é a lembrança mais feliz da sua vida?Advertisement

Existe algo que você sempre quis me dizer, mas nunca disse?

Em quem você se inspirava quando era pequeno?

Você voltaria a seguir a mesma trajetória profissional se tivesse que recomeçar do zero?

De que você mais se arrepende?

Do que você mais sente falta nos velhos tempos?Advertisement

Se olhar para trás, do que você mais se orgulha?

Que conselho você daria a seu eu de 40 anos?

Quando você soube que queria se casar com a mamãe/papai?

De que você mais se lembra do seu casamento?

A que você gostaria de ter dedicado mais tempo?Advertisement

A que você gostaria de ter dedicado menos tempo?

Qual tradição familiar você mais valoriza?

Demonstre seu amor o máximo que puder, mesmo que seja difícil

Se você tem filhos pequenos ou se lembra dessa fase, entenderá esse ponto com muita clareza. Você se lembra de quando bastou seu primeiro filho nascer para você parar de dormir a noite toda? Você se levantava a qualquer gemido que seu bebê dava para atendê-lo com todo amor e atenção. Assim, aos poucos, você cuidou e nutriu a alma e o corpo do seu filho com base nas suas necessidades e apelos.

Não acho que você tenha sugerido parar de dormir, tampouco reduzir ao máximo suas saídas noturnas. O que aconteceu foi que seu filho e as necessidades dele despertaram em você um instinto muito forte e um amor extraordinário que a fizeram atender às suas necessidades prontamente.

Hoje, atender às necessidades de seus pais não é tão natural, mas eles precisam de você tanto quanto seus pequenos precisavam anos atrás.Advertisement

Não há nada de extraordinário em cuidar de nossos pais com amor

Ouvi-los, mesmo que nem sempre façam comentários sábios ou cuidar deles carinhosamente, mesmo que às vezes o deixem cansado, não é nada extraordinário. Muitos adultos se acham maravilhosos ao “suportar” seus pais idosos. Que tristeza!

Eles trocaram sua fralda e o ouviram pacientemente, mesmo estando cansados, ocupados ou doentes. Você deve a eles, pelo menos, o mesmo.

Lembro-me de, certa vez, um dos meus pequenos não conseguir dormir, pois era época de chuva e os raios o assustavam. Era dezembro, e passei o mês inteiro dormindo muito mal, porque tive que abraçar, atender e consolar meu pequenino de quase dois anos que chorava inconsolavelmente. Em um desses dias eu estava especialmente cansada e um pouco doente, então não tive a melhor atitude.

Já no início da manhã, tratei meu pequeno de maneira rude e, em vez de consolá-lo, “suportei” os minutos com ele em meus braços. Então, meu garoto pegou minha cabeça com as mãos e me forçou a olhar para seus olhinhos assustados, em vez de me perder no celular. Fiquei muito impressionada com esse gesto.  Ele queria que eu estivesse realmente presente naquele momento difícil.

Sua “ajuda” para que eu percebesse do valor da minha presença consciente me ajudou a desfrutar esses momentos em que perdemos o sono juntos, para gerar um relacionamento especial com ele, que, sendo meu quarto filho, compartilha com relutância durante o dia.Advertisement

Diferentemente da maioria dos animais, os laços que há entre as pessoas são indispensáveis. Nossa socialização determina o crescimento de nossas conexões neurais, nossa atitude em relação à vida e, em muitos casos, nosso sucesso na jornada.

Se você tem a possibilidade de ler este artigo hoje, respirar e sentir o ar em sua pele, é graças a seus pais. A generosidade deles em lhe dar a vida e cuidar de você, dia após dia, é algo que o deixará sempre em dívida com eles.

Hoje, queremos refletir com você sobre a grande responsabilidade que temos de nos mantermos próximos e cuidar de nossos pais, enquanto temos o privilégio da sua presença.

Quanto tempo se passou desde a última vez que ligou para seus pais? A alegria ou tristeza que eles experimentam no dia a dia depende da sua resposta a esta pergunta – acredite ou não.

Aprendamos a ser gratos

Infelizmente, esquecemo-nos fácil e rapidamente de agradecer e cuidar dos nossos. Muitos de nós, quando precisamos, não hesitamos em aceitar e, às vezes, até pedir ajuda. Mas quando se trata de estender a mão para apoiar os que precisam, estamos muito ocupados.Advertisement

O que não percebemos, ao escolher nosso caminho fora da casa de nossos pais, depois de enchê-la com nossas risadas e travessuras, é que acabamos deixando-os cheios de lembranças e também de ausência.

Na agitação e preocupações da vida adulta, é tudo tão importante (é o que pensamos), que lhe damos prioridade absoluta, esquecendo o transcendente, o que enche a alma (a nossa e a daqueles que amamos).

Avaliemos o que realmente importa

Encontramo-nos, então, sendo pessoas “importantes”, “bem-sucedidas” e admiradas fora de casa, mas em casa (ou com pessoas próximas, como nossos pais e filhos), estamos verdadeiramente distantes .

Se você, assim como eu, descobrir que não tem dado a seus pais todo o amor que pode dar ou a gratidão que eles merecem, decida, hoje, que ainda estão vivos, para aproveitar ao máximo essa bênção em sua vida.

Propomos uma lista com sugestões para tornar seu relacionamento com eles mais rico e profundo, e fazê-los sentir-se o mais amados possível.Advertisement

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Encontramos, em um site conhecido, uma lista de perguntas que você vai adorar. Vamos compartilhar algumas delas. Tente usá-las em cada conversa que tiver com seus pais e você ficará chocado com a beleza do diálogo que irá surgir.

Como foi sua infância?

Como seus pais o teriam descrito?

Já se sentiu numa encruzilhada em algum momento da vida? Se a resposta for sim, o que aconteceu e por que você escolheu um caminho e não o outro?

Qual é a lembrança mais feliz da sua vida?Advertisement

Existe algo que você sempre quis me dizer, mas nunca disse?

Em quem você se inspirava quando era pequeno?

Você voltaria a seguir a mesma trajetória profissional se tivesse que recomeçar do zero?

De que você mais se arrepende?

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Se olhar para trás, do que você mais se orgulha?

Que conselho você daria a seu eu de 40 anos?

Quando você soube que queria se casar com a mamãe/papai?

De que você mais se lembra do seu casamento?

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A que você gostaria de ter dedicado menos tempo?

Qual tradição familiar você mais valoriza?

Demonstre seu amor o máximo que puder, mesmo que seja difícil

Se você tem filhos pequenos ou se lembra dessa fase, entenderá esse ponto com muita clareza. Você se lembra de quando bastou seu primeiro filho nascer para você parar de dormir a noite toda? Você se levantava a qualquer gemido que seu bebê dava para atendê-lo com todo amor e atenção. Assim, aos poucos, você cuidou e nutriu a alma e o corpo do seu filho com base nas suas necessidades e apelos.

Não acho que você tenha sugerido parar de dormir, tampouco reduzir ao máximo suas saídas noturnas. O que aconteceu foi que seu filho e as necessidades dele despertaram em você um instinto muito forte e um amor extraordinário que a fizeram atender às suas necessidades prontamente.

Hoje, atender às necessidades de seus pais não é tão natural, mas eles precisam de você tanto quanto seus pequenos precisavam anos atrás.Advertisement

Não há nada de extraordinário em cuidar de nossos pais com amor

Ouvi-los, mesmo que nem sempre façam comentários sábios ou cuidar deles carinhosamente, mesmo que às vezes o deixem cansado, não é nada extraordinário. Muitos adultos se acham maravilhosos ao “suportar” seus pais idosos. Que tristeza!

Eles trocaram sua fralda e o ouviram pacientemente, mesmo estando cansados, ocupados ou doentes. Você deve a eles, pelo menos, o mesmo.

Lembro-me de, certa vez, um dos meus pequenos não conseguir dormir, pois era época de chuva e os raios o assustavam. Era dezembro, e passei o mês inteiro dormindo muito mal, porque tive que abraçar, atender e consolar meu pequenino de quase dois anos que chorava inconsolavelmente. Em um desses dias eu estava especialmente cansada e um pouco doente, então não tive a melhor atitude.

Já no início da manhã, tratei meu pequeno de maneira rude e, em vez de consolá-lo, “suportei” os minutos com ele em meus braços. Então, meu garoto pegou minha cabeça com as mãos e me forçou a olhar para seus olhinhos assustados, em vez de me perder no celular. Fiquei muito impressionada com esse gesto.  Ele queria que eu estivesse realmente presente naquele momento difícil.

Sua “ajuda” para que eu percebesse do valor da minha presença consciente me ajudou a desfrutar esses momentos em que perdemos o sono juntos, para gerar um relacionamento especial com ele, que, sendo meu quarto filho, compartilha com relutância durante o dia.Advertisement

As necessidades de nossos pais não são ladras de nosso tempo ou atenção; são dádivas.  São lindas pepitas de ouro que nos convidam ver a riqueza da sua vida. Tomara que saibamos apreciá-la bem.

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O Portal Vida e Família é a página web oficial da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Neste canal, é possível acompanhar nossa atuação no serviço e na promoção da Cultura da Vida e do Amor, através do anúncio do Evangelho da Família e do Evangelho da Vida.
  • Uma reflexão sobre o documento do Dicastério para a Dountrina da Fé! Salve este post!

➡️Como recorda o documento do Dicastério para a Doutrina da Fé, a família é o primeiro e mais essencial lugar de transmissão da fé. É ali que as crianças têm suas primeiras experiências de confiança, amor e proximidade com Deus.
Por isso, a missão dos pais não se limita a ensinar sobre Jesus, mas também a conduzir os filhos a uma experiência pessoal com Ele, contando com o apoio e a caminhada da comunidade eclesial.
A fé que recebemos também é um dom que somos chamados a transmitir!
  • Neste Dia de Finados, nossa oração se volta tanto para aqueles que partiram quanto para as famílias e pessoas que enfrentam a dor da despedida.
A Pastoral Familiar conta com os Grupos de Perdas e Viuvez, que prestam um importante serviço de acolhimento, escuta e partilha com pessoas enlutadas.
Também recomendamos o livro Perdas e Viuvez: Partilhando Vidas, disponível na Loja da Pastoral Familiar, como um recurso para conhecer e aprofundar essa realidade.
📖 Conheça a publicação: lojacnpf.org.br
Que nossas comunidades sejam lugares onde ninguém precise viver sua dor sozinho. Que o amor de Deus sustente cada pessoa e cada família que sente saudade.
  • Neste domingo, celebramos Todos os Santos e recordamos que é possível caminhar rumo ao céu por meio das pequenas escolhas de cada dia: amar, perdoar, acolher, servir e viver as bem-aventuranças.

Que nossa família encontre, na vida dos santos, inspiração para crescer na fé e fazer de cada gesto uma expressão do amor de Deus. 

Convidamos vocês a lerem juntos o Evangelho e escolherem uma bem-aventurança para colocar em prática durante a semana.
  • A santidade não é uma realidade distante ou reservada a poucas pessoas. É um chamado que alcança também a vida cotidiana, os relacionamentos e a convivência familiar.
Neste dia de Todos os Santos, peçamos a Deus a graça de construir lares onde o amor seja cultivado, o perdão encontre espaço e a fé seja testemunhada todos os dias.
Que os santos intercedam por nossas famílias.
  • Amar também é cuidar.
O Evangelho deste domingo nos lembra que o amor a Deus não pode ficar apenas nas palavras. Ele se torna concreto na forma como olhamos, escutamos, ajudamos e cuidamos das pessoas que fazem parte da nossa vida.
Que nossa família aprenda, todos os dias, a transformar o amor em pequenos gestos concretos.
Compartilhe este conteúdo com sua família.
  • A família precisa de esperança, acolhimento e amor! 

Em um mundo que tanto precisa de Deus, a Igreja é chamada a ser presença que acolhe, fortalece e anuncia a esperança de Cristo às famílias.

Que nunca nos falte coragem para levar o amor de Deus a cada lar!

Compartilhe essa mensagem tão especial diretamente do encontro “10 anos depois de Amoris Laetitia” para nossas famílias.
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