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Home Noticias Família

Mãe testemunha amor pelas filhas com microcefalia

16/12/2020
em Família, Início da Vida
Tempo de leitura: 3 mins leitura
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NinasMicrocefalia

Seu primeiro filho, Carl – que atualmente tem 17 anos –, nasceu sem complicações. Durante a gestação de sua segunda filha, Claire, todas as ultrassonografias mostravam resultados normais. Entretanto, quando nasceu, Gwen ficou surpreendida pois a sua cabeça era muito pequena. Embora o médico não tivesse um diagnóstico, disse aos pais que “algo estava mal”.

Depois de um tempo especialmente difícil no qual não sabiam o que acontecia com Claire, finalmente foi diagnosticada com microcefalia, tetraplegia espasmódica, paralisia cerebral, epilepsia e deficiência visual cortical.

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O médico também lhes advertiu que havia 25 por cento de possibilidades de que se tivessem outro filho este poderia nascer com as mesmas doenças.

Segundo o médico, Claire não viveria mais do que um ano. Como sua condição era extrema, o doutor pediu aos pais que assinassem um documento no qual estabelecessem que, se a menina ficasse gravemente doente, não lhe administrariam nenhum medicamento ou reanimação.

Os pais se recusaram a fazê-lo e disseram que, caso sua filha tivesse os dias contados, ela seria levada para casa e cuidada por sua família. Contra todo prognóstico, Claire completou o seu primeiro ano.

Embora intuíam que poderia haver uma causa genética na doença de Claire, não obtiveram resultados lógicos nos estudos realizados em seus pais Gwen e Scott. As possibilidades de que um novo filho nascesse saudável eram de 75 por cento e, por isso, tiveram outro bebê chamado Lola.

As ultrassonografias da bebê mostravam tudo normal até a 22ª semana, quando o médico notou algo estranho. Tiveram que esperar mais quatro semanas para confirmar as suspeitas: “Foi o mês mais longo da nossa vida”, expressou Gwen. “Finalmente soubemos que Lola também nasceria com microcefalia”.

“Já sabíamos como cuidar de Claire. Ela nos faz imensamente felizes e nos ensinou coisas que nunca teríamos aprendido se ela tivesse nascido sem essa deficiência. Não queremos ser novamente quem éramos antes de ela chegar”, assegurou a mãe.

“Por alguma razão, estávamos chamados a ser pais de duas crianças com esta deficiência”, ressaltou.

“Agora, as duas meninas que supostamente não viveriam mais de um ano completarão 10 e 15 anos durante em 2016. E são as pessoas mais fortes que jamais conheci”, afirmou orgulhosa a mãe.

Desde que aumentaram os casos do vírus zika e durante a emergência sanitária estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), as visitas ao blog de Gwen aumentaram bastante.

A mãe Gwen Hartley espera que seu testemunho seja uma “fonte de esperança e inspiração para os pais que podem estar assustados”.

Nesse sentido, Gwen ainda afirmou que em várias ocasiões leu que alguns dizem: “A microcefalia é um defeito de nascimento terrível” originado pelo zika. Com relação a isto comentou: “Não vejo minhas filhas com terríveis má formações de nascimento. Eu as vejo preciosas. Para mim, não é um defeito congênito horrível e abominável. Aos meus olhos, são muito lindas”.

“Vejo como as pessoas dizem: não deixemos que isso aconteça nunca mais a ninguém. Na verdade, ouvir isso machuca”, concluiu.

Assessoria CNPF com ACI Digital.

Tags: Microcefalia
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  • Uma reflexão sobre o documento do Dicastério para a Dountrina da Fé! Salve este post!

➡️Como recorda o documento do Dicastério para a Doutrina da Fé, a família é o primeiro e mais essencial lugar de transmissão da fé. É ali que as crianças têm suas primeiras experiências de confiança, amor e proximidade com Deus.
Por isso, a missão dos pais não se limita a ensinar sobre Jesus, mas também a conduzir os filhos a uma experiência pessoal com Ele, contando com o apoio e a caminhada da comunidade eclesial.
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A Pastoral Familiar conta com os Grupos de Perdas e Viuvez, que prestam um importante serviço de acolhimento, escuta e partilha com pessoas enlutadas.
Também recomendamos o livro Perdas e Viuvez: Partilhando Vidas, disponível na Loja da Pastoral Familiar, como um recurso para conhecer e aprofundar essa realidade.
📖 Conheça a publicação: lojacnpf.org.br
Que nossas comunidades sejam lugares onde ninguém precise viver sua dor sozinho. Que o amor de Deus sustente cada pessoa e cada família que sente saudade.
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Que nossa família encontre, na vida dos santos, inspiração para crescer na fé e fazer de cada gesto uma expressão do amor de Deus. 

Convidamos vocês a lerem juntos o Evangelho e escolherem uma bem-aventurança para colocar em prática durante a semana.
  • A santidade não é uma realidade distante ou reservada a poucas pessoas. É um chamado que alcança também a vida cotidiana, os relacionamentos e a convivência familiar.
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Que os santos intercedam por nossas famílias.
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O Evangelho deste domingo nos lembra que o amor a Deus não pode ficar apenas nas palavras. Ele se torna concreto na forma como olhamos, escutamos, ajudamos e cuidamos das pessoas que fazem parte da nossa vida.
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